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Vereador Aristides Fidélis de Chapecó é considerado foragido

O mandado de prisão foi expedido no dia 14 de outubro

O vereador Aristides Fidelis – que está licenciado da Câmara Municipal de Chapecó – é considerado foragido pela Justiça. Conforme informações do Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJSC), no último dia 14 a 1ª Vara Criminal de Chapecó (SC) expediu o mandado de prisão do vereador. Até esta sexta-feira (25) ele ainda não foi localizado.

Segundo o advogado de defesa, Arthur Losekann, Fidélis está em viagem, mas deve retornar na próxima semana. Na última sexta-feira (18), o advogado informou que ele deveria se apresentar ainda nesta semana, o que não aconteceu.


Não se apresentou, porque está viajando. Ele está com um problema de saúde, ele fez uma cirurgia no joelho, até isso que deu o afastamento dele da Câmara de Vereadores e ele estava em consulta por causa do joelho. Foi isso que a família passou para mim“, explicou o advogado.


Losekann disse que ainda não tem novidades sobre o caso, mas que estão em andamento os pedidos: de habeas corpus feito ao Supremo Tribunal Federal (STF) e o pedido especial ao Supremo Tribunal de Justiça (STJ). Além disso, que a defesa aguarda o parecer de Brasília em relação ao julgamento de prisão em segunda instância.

O delegado regional da Polícia Civil, Ricardo Casagrande informou que a polícia faz diligências para localizar o vereador.


Tão logo tivemos conhecimento da expedição do mandado, foi tentado localizar ele, mas ele já havia homiziado (fugido)”, relatou Casagrande.


Caso

No dia 12 de abril, o vereador foi condenado a oitos anos e seis meses de prisão, por tentativa de homicídios e embriaguez ao volante. A pena inicial era de oito anos e seis meses de prisão, em regime fechado. Porém, foi alterado para seis anos e seis meses em semiaberto. Após ser julgado ele foi preso, mas deixou o Complexo Prisional de Chapecó no dia 24 de abril, após um habeas corpus concedido pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ).

O vereador chegou a reassumir a presidência da Câmara de Vereadores, em 29 de abril, mas renunciou ao cargo  e se licenciou no início do mês de maio.

O mandado de prisão foi expedido, segundo informações do TJSC, após o julgamento um recurso feito pela defesa, que pedia a anulação da sentença redefinida em recurso.

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