
⚡ Em Resumo:
- O que é: A Polícia Federal concluiu o processo administrativo disciplinar e recomendou a demissão de Eduardo Bolsonaro por abandono do cargo.
- Números principais: Eduardo Bolsonaro é escrivão da PF desde 2010 e está nos Estados Unidos desde fevereiro de 2025.
- Onde: Processo foi conduzido pela Polícia Federal; decisão final cabe ao Ministério da Justiça.
- Quem afeta: Eduardo Bolsonaro, Polícia Federal e Ministério da Justiça.
Por que a Polícia Federal pediu a demissão de Eduardo Bolsonaro?
A Polícia Federal concluiu o processo administrativo disciplinar contra o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) e recomendou sua demissão por abandono do cargo de escrivão.
O relatório foi encaminhado ao ministro da Justiça, Wellington Lima e Silva, que será o responsável por decidir se homologa ou não o pedido de desligamento do servidor.
Qual é a situação de Eduardo Bolsonaro?
Eduardo Bolsonaro integra os quadros da Polícia Federal desde 2010, no cargo de escrivão. Ele está nos Estados Unidos desde fevereiro de 2025 e afirma que não pretende retornar ao Brasil por considerar que é alvo de perseguição por parte do Supremo Tribunal Federal (STF).
Em declarações públicas, o ex-parlamentar também afirmou que não voltará ao país enquanto seu irmão, o senador Flávio Bolsonaro (PL), não vencer uma eleição para a Presidência da República.
Como o processo administrativo foi iniciado?
O procedimento disciplinar foi instaurado após Eduardo Bolsonaro perder o mandato de deputado federal, em novembro do ano passado, por acúmulo de faltas.
Com o fim do mandato, ele deveria reassumir suas funções na Polícia Federal. Como isso não ocorreu, a corporação deu início ao processo para apurar o abandono do cargo.
Em fevereiro deste ano, a Corregedoria Regional da Polícia Federal no Rio de Janeiro determinou o afastamento preventivo do então servidor durante a tramitação do processo administrativo.
Quem decide sobre a demissão?
Apesar da recomendação da Polícia Federal, a demissão ainda não está efetivada.
A decisão final cabe ao ministro da Justiça, Wellington Lima e Silva, que analisará o relatório antes de definir se assina o ato de demissão de Eduardo Bolsonaro dos quadros da Polícia Federal.
Fonte: CNN







