
⚡ Em Resumo:
- O que é: Tribunal do Júri condenou homem por homicídio qualificado cometido em uma lanchonete.
- Números principais: Pena de 17 anos, 1 mês e 10 dias de prisão, além de indenização de R$ 100 mil.
- Onde: Águas Mornas, com julgamento realizado no Fórum de Santo Amaro da Imperatriz.
- Quem afeta: Familiares da vítima, que deixou um filho, e o condenado, que permanecerá preso para cumprimento imediato da pena.
Como foi a decisão do Tribunal do Júri?
O Tribunal do Júri condenou um homem pelo assassinato de um jovem de 26 anos, morto a facadas dentro de uma lanchonete em Águas Mornas. O julgamento foi realizado nesta quinta-feira (9), no Fórum da Comarca de Santo Amaro da Imperatriz.
O réu recebeu pena de 17 anos, um mês e dez dias de prisão por homicídio qualificado. O Conselho de Sentença acolheu integralmente a denúncia apresentada pelo Ministério Público de Santa Catarina (MPSC), reconhecendo as qualificadoras do crime e rejeitando as teses apresentadas pela defesa.
Como aconteceu o crime?
O homicídio ocorreu na noite de 5 de janeiro de 2025, em uma lanchonete localizada no bairro Fazenda de Lourdes, em Águas Mornas.
De acordo com a denúncia do Ministério Público, o acusado se aproximou da mesa onde a vítima estava sentada e desferiu golpes de faca, causando a morte do jovem ainda no local.
Por que o crime foi considerado qualificado?
Segundo o Ministério Público de Santa Catarina, o homicídio foi motivado por desentendimentos anteriores envolvendo o barulho de motos de trilha que passavam em frente à residência da vítima e incomodavam o filho do autor.
Além do motivo fútil, os jurados reconheceram que o crime foi cometido mediante recurso que dificultou a defesa da vítima, já que ela estava sentada e distraída no momento do ataque, sem oportunidade de reagir.
O que foi decidido além da pena de prisão?
O juiz também condenou o réu ao pagamento de R$ 100 mil por danos causados à família da vítima.
Além disso, negou ao condenado o direito de recorrer em liberdade, determinando o início imediato do cumprimento da pena.
Como foi o julgamento?
A sessão foi acompanhada por familiares e amigos da vítima, que compareceram ao Fórum usando camisetas pedindo justiça.
O jovem assassinado deixou um filho, que tinha apenas três anos na época do crime.
O promotor de Justiça Márcio Ribeiro Borges atuou no julgamento e destacou a importância da condenação. Segundo ele, a decisão representa uma resposta esperada pelos familiares e reforça o compromisso do Ministério Público de Santa Catarina com a defesa do direito à vida.






