sexta-feira, julho 10, 2026
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Polícia Civil desarticula grupo suspeito de aplicar golpe do bilhete premiado após idoso perder R$ 100 mil no Oeste Catarinense

Operação Vulpini cumpriu mandados de prisão e busca em Passo Fundo (RS) e bloqueou contas bancárias de investigados por estelionato.


⚡ Em Resumo:

  • O que é: A Polícia Civil de Santa Catarina deflagrou a Operação Vulpini para desarticular uma organização criminosa especializada em golpes de estelionato, especialmente o golpe do bilhete premiado.
  • Números/Dados: Dois mandados de prisão preventiva, quatro mandados de busca e apreensão, bloqueio de contas bancárias e prejuízo de R$ 100 mil causado a um idoso de 74 anos.
  • Onde: A investigação começou em Xaxim (SC), e a operação foi realizada em Passo Fundo (RS).
  • Quem afeta: As investigações envolvem suspeitos de integrar uma organização criminosa e têm como objetivo proteger vítimas de golpes, principalmente idosos.

O que é a Operação Vulpini?

A Polícia Civil de Santa Catarina deflagrou, na manhã desta sexta-feira (10), a Operação Vulpini, que investiga uma organização criminosa suspeita de atuar em crimes de estelionato. A ação foi coordenada pela Delegacia de Polícia da Comarca de Xaxim e ocorreu em Passo Fundo, no Rio Grande do Sul.

Durante a operação, foram cumpridos dois mandados de prisão preventiva e quatro mandados de busca e apreensão. Além disso, houve o bloqueio de valores mantidos em contas bancárias dos investigados e a apreensão de materiais considerados importantes para o avanço das investigações.

Como o golpe foi aplicado contra a vítima?

A investigação começou após um crime registrado em 20 de maio de 2026, em Xaxim. Na ocasião, um idoso de 74 anos foi vítima do conhecido golpe do bilhete premiado.

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Segundo a Polícia Civil, os suspeitos convenceram a vítima de que possuíam um bilhete de loteria premiado, mas afirmaram que precisavam de dinheiro para conseguir sacar o prêmio. Com a promessa de receber parte do valor, o idoso realizou diversas transferências bancárias que somaram R$ 100 mil.

Como a polícia identificou os suspeitos?

Conforme a investigação, o trabalho conjunto entre as forças de segurança de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul permitiu identificar os envolvidos.

De acordo com a Polícia Civil, os investigados já são conhecidos pelas autoridades gaúchas pela suposta prática de crimes semelhantes.

Quais forças de segurança participaram da operação?

A Operação Vulpini contou com a participação da Delegacia de Investigação Criminal (DIC) de Xanxerê, da Delegacia de Polícia de Marema, da Polícia Civil do Rio Grande do Sul e da Brigada Militar do Rio Grande do Sul.

A atuação integrada foi considerada fundamental para o cumprimento dos mandados judiciais e para o avanço das investigações.

Por que a operação recebeu o nome de Vulpini?

O nome “Vulpini” faz referência ao termo científico relacionado às raposas.

Segundo a Polícia Civil, a escolha faz alusão à forma como esse animal é retratado em fábulas e na literatura popular: astuto e capaz de aparentar ser inofensivo para enganar suas presas. A estratégia, conforme os investigadores, lembra a maneira como estelionatários conquistam a confiança das vítimas para aplicar golpes.

O que acontece agora?

A Polícia Civil informou que as investigações continuam em andamento e seguem sob sigilo para não comprometer as próximas etapas da apuração.

Por esse motivo, os valores exatos bloqueados e os materiais apreendidos durante a operação ainda não serão divulgados pelas autoridades.

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