Por unanimidade, os ministros decidiram que as medidas protetivas não se aplicam só dentro de casa — valem para qualquer violência baseada no gênero, seja no trabalho, na rua, nas redes ou na política. O fundamento? A condição da vítima, não o ambiente onde a violência acontece.
Na prática, a decisão fecha uma brecha que deixava muitas mulheres desprotegidas simplesmente porque não tinham vínculo afetivo com o agressor.
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