InícioPolítica e CotidianoCobertura do Grupo Condá nas Eleições é reconhecido nacionalmente

Cobertura do Grupo Condá nas Eleições é reconhecido nacionalmente

Confira a coluna do jornalista André de Lazzari

Foto: Isadora Reicher

Na noite do domingo (25), o colunista Demétrio Vecchioli, do portal Metrópoles, um dos maiores portais de notícias do Brasil, citou o sistema de apuração do Grupo Condá de Comunicação em Chapecó para o resultado do segundo turno das eleições presidenciais. Em apenas 24 minutos, você já sabia como foi o desempenho de Flávio (PL) e de Lula (PT) com mais de 90% das urnas apuradas por dezenas de pessoas espalhadas pela cidade.

É por essas e outras coisas que o Brasil respeita como fazemos a informação chegar até você. Qualquer comentário desrespeitoso contra esta casa, seus proprietários, comunicadores e demais colaboradores é totalmente deslegitimado pela expressiva audiência e credibilidade depositada pela comunidade do Oeste de Santa Catarina, e chancelada pela crítica nacional.

No domingo, de cada 10 receptores de rádio ligados em Chapecó entre as 16h e as 21h30, oito estavam em uma das três rádios do Grupo Condá. Na internet, chegamos a ter picos de 1.500 aparelhos simultâneos, na soma dos streamings de áudio e vídeo das emissoras e do ClicRDC. Na disputa mais surpreendente desde a redemocratização, as eleições gerais deste ano tiveram a melhor cobertura de nossa história. Por isso não temos vergonha de dizer que o Grupo Condá de Comunicação é, sem dúvida, a marca do jornalismo líder.

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Não me venha com papinho de fraude

São muitos os comentários que chegaram até mim, presencialmente e online, de desconfiança total no processo eleitoral de domingo por uma suposta manipulação da votação. Inclusive colegas do Grupo Condá pensam assim, mas não há provas até agora, e jamais deverão haver, pois o que houve anteontem foi um posicionamento claro do eleitor brasileiro contra o bolsonarismo.

Já falei em outras edições da coluna: quem vota PT, vota quieto. Poucos são aqueles que, a exemplo do que ocorreu em Chapecó no único ato de campanha do 2º turno pró-Lula, em 17 de outubro, vão às ruas e são partidários ferrenhos. O aumento expressivo de idosos, a baixa de quase 5 milhões de votos na soma de brancos, nulos e abstenção; e os claros tropeços da campanha de Flávio no tratamento com o Nordeste, o caso Ana Clara e a pauta econômica, deram ao PT um cenário inacreditavelmente favorável.

Isso sem falar na proeza feita pelos institutos de pesquisa: quase todos erraram nos dois turnos, e os dois principais candidatos foram vítimas do peso que ainda exercem na opinião pública estas firmas. Por mim, se abrirem na Câmara dos Deputados uma CPI sobre o assunto, eu apoio. E pra não dizer que esqueci dele, repito o que falei ontem (26): se o Brasil fosse um país mais sério, Cristiano Zanin estaria com, no mínimo, suas funções suspensas no STF após a lambança que fez.

Recadinhos

  • Depois da vitória de Lula, as ações brasileiras caíram e o circuit breaker foi acionado pela primeira vez desde 2020, durante a pandemia, na Bolsa de Valores de São Paulo. O breaker suspende as negociações na Ibovespa por 30 minutos.
  • O mecanismo durou das 10h às 10h30, com o Ibovespa tendo uma queda de 16%. O índice, que mede o desempenho das ações de várias empresas, terminou o dia com -13,88% — saindo de 205 mil para 176 mil pontos.
  • Com a vitória do Lula, aumentaram as preocupações entre investidores de gastos públicos e a permanência de juros altos por mais tempo, o que favorece o endividamento das empresas, conforme a newsletter The News.
  • Não foi só a bolsa que mudou bastante os números: o dólar apresentou alta de 8,21%, saindo de R$ 4,90 para R$ 5,40. A alta foi a maior da moeda desde 1999.

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