quarta-feira, fevereiro 4, 2026
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VÍDEO: Operação conjunta resulta em 16 prisões por comércio ilegal de produtos esportivos falsificados em Chapecó

Ação da Polícia Civil com apoio da PM e Guarda Municipal apreendeu mais de 1,5 mil itens e flagrou até adolescente vendendo produtos irregulares


Uma operação conjunta das forças de segurança pública resultou na prisão de 16 pessoas por comércio ilegal de produtos esportivos falsificados em Chapecó, no Oeste de Santa Catarina. A ação foi deflagrada por volta do meio-dia desta quarta-feira (4) pela Polícia Civil e teve como foco a repressão ao uso indevido de símbolos e marcas oficiais de entidades esportivas, especialmente clubes de futebol.

Além dos adultos presos em flagrante, um adolescente também foi flagrado comercializando produtos falsificados e acabou apreendido para os procedimentos legais cabíveis. Até o início da tarde, mais de 1.500 itens haviam sido recolhidos, a maioria camisetas de futebol. Entre os produtos, chamaram atenção peças com símbolos da Associação Chapecoense de Futebol, todas aparentemente falsificadas e sem qualquer licença para comercialização.

A operação contou com a participação de dezenas de policiais civis, além do apoio da Guarda Municipal e da Polícia Militar de Chapecó. Segundo a Polícia Civil, as ações fazem parte de um trabalho contínuo de fiscalização e prevenção iniciado no final de 2025, com o objetivo de coibir o comércio ilegal de produtos falsificados no município.

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A conduta é tipificada como crime pela Lei nº 14.597/2023, conhecida como Lei Geral do Esporte, que prevê pena de dois a quatro anos de reclusão para quem utiliza indevidamente símbolos e marcas oficiais de entidades esportivas.

Em nota, a Polícia Civil alertou a população de que a exposição à venda, a guarda e a comercialização desses produtos configuram crime e podem resultar em prisão. As forças de segurança reforçaram ainda que as fiscalizações seguirão ocorrendo de forma contínua, sem prazo para encerramento.

As ações integram a força-tarefa “Protetores”, coordenada pela Diretoria de Polícia de Fronteira (DIFRON). Denúncias podem ser feitas de forma anônima por meio da Delegacia Virtual da Polícia Civil ou pelo telefone 181, do Disque-Denúncia.

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