
Foto: PCSC
Uma ofensiva policial mobilizou dezenas de agentes na manhã desta quinta-feira (5) para atingir uma organização suspeita de atuar no tráfico de drogas no Oeste catarinense. A Operação Argos, conduzida pela Divisão de Investigação Criminal (DIC) de Maravilha, cumpriu mandados judiciais e resultou em prisões e apreensões.
Segundo a Polícia Civil, a ação é resultado de meses de investigação e tem como foco desarticular um grupo envolvido principalmente na distribuição de maconha e cocaína no município.
Durante as apurações, nove pessoas foram identificadas com possível participação nas atividades criminosas. Com base nos elementos coletados, a Polícia Civil solicitou ao Judiciário medidas cautelares, que foram autorizadas e executadas.
Ao todo, foram cumpridas 18 ordens judiciais, sendo nove mandados de prisão temporária e nove mandados de busca e apreensão.
Cumprimento dos mandado
Das ordens judiciais, 16 foram cumpridas em Maravilha e duas em Chapecó. Durante as buscas, uma pessoa também foi presa em flagrante por posse ilegal de munição de arma de fogo e resistência.
Os presos permanecem à disposição da Justiça no Presídio Regional de Maravilha.
Ação integrada entre unidades
A operação contou com mais de 50 policiais civis. Além das equipes da regional de Maravilha, participaram agentes do Serviço Aeropolicial (SAER) da DIFRON, da Coordenadoria de Operações com Cães, da DIC de Chapecó e da 1ª Delegacia de Polícia de Chapecó.
Durante as diligências, novos materiais foram apreendidos e passarão por análise. A Polícia Civil informou que as investigações continuam com o objetivo de identificar outros possíveis envolvidos.
A instituição reforçou o compromisso no combate ao tráfico e às organizações criminosas.
O significado do nome “Argos”
O nome da operação faz referência à mitologia grega. Argos era um gigante com cem olhos, conhecido por estar sempre vigilante.
A escolha simboliza o trabalho investigativo da Polícia Civil, que utiliza monitoramento constante, técnicas especializadas e diligências contínuas para identificar estruturas criminosas e seus integrantes.












