
⚡ Em Resumo:
- O que é: Casal foi preso após um recém-nascido ser encontrado morto e enterrado no quintal de uma residência.
- Números/Dados: Dois presos em flagrante por homicídio qualificado; ocorrência registrada na madrugada de sábado (25).
- Onde: Jardim Primavera, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense (RJ).
- Quem afeta: Familiares da criança e autoridades responsáveis pela investigação.
Um casal foi preso após um recém-nascido ser encontrado morto e enterrado no quintal de uma residência em Jardim Primavera, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. O caso ocorreu na madrugada de sábado (25) e é investigado pela Polícia Civil.
De acordo com as investigações, a mulher teria ocultado a gravidez dos familiares. Ela entrou em trabalho de parto durante a madrugada e foi auxiliada pelo pai da criança antes de passar mal e ser levada ao Hospital Municipal Adão Pereira Nunes.
Como o caso foi descoberto?
Segundo a Polícia Civil, durante o atendimento hospitalar, profissionais de saúde questionaram sobre o paradeiro do recém-nascido. Eles foram informados de que o bebê estaria morto nos fundos da residência.
A equipe médica acionou a Polícia Militar, que comunicou a ocorrência à 60ª Delegacia de Polícia (Campos Elíseos). No local, os policiais encontraram o corpo do bebê enterrado no quintal da casa.
O que disseram os pais à polícia?
Em depoimento, o pai da criança afirmou que o bebê nasceu com vida e chegou a chorar. Segundo o relato, após a morte da criança, ele colocou o corpo em um saco plástico, amarrou a embalagem e realizou o enterro no quintal.
A Polícia Civil informou que a mãe inicialmente negou participação no caso, mas, conforme a investigação, posteriormente confirmou a versão apresentada pelo companheiro durante o atendimento médico.
Qual foi a decisão da polícia?
Com base nos depoimentos e nas evidências reunidas durante a investigação, o delegado da 60ª DP determinou a prisão em flagrante do casal pelo crime de homicídio qualificado.
O homem permanece preso na delegacia. Já a mulher está sob custódia policial no Hospital Municipal Adão Pereira Nunes, onde segue internada recebendo atendimento médico.
Atenção: Por envolver um caso de extrema violência, a matéria evita reproduzir detalhes que não são essenciais para a compreensão dos fatos ou para o andamento da investigação.
Com informações do portal G1












