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Homem compra carro clonado por R$ 10 mil no Facebook e acaba preso no Rio

Veículo avaliado em cerca de R$ 150 mil tinha placa falsa e sinais de adulteração no chassi e no motor, segundo a Polícia Civil.


Como o homem foi preso com o carro clonado?

Um homem foi preso em flagrante nesta quarta-feira (7) no Rio de Janeiro após ser abordado com um carro clonado avaliado em aproximadamente R$ 150 mil. Segundo a Polícia Civil, ele afirmou aos agentes que havia comprado o automóvel por R$ 10 mil.

A prisão foi realizada por policiais da Delegacia de Roubos e Furtos de Automóveis da Capital (DRFA-CAP). Conforme o relato apresentado à polícia, a negociação começou após um anúncio publicado no Facebook Marketplace.

Quanto o homem pagou pelo veículo?

De acordo com a Polícia Civil, o homem pagou R$ 10 mil pelo carro, integralmente em dinheiro. Durante a abordagem, ele também teria reconhecido que o modelo tinha valor de mercado estimado em cerca de R$ 150 mil.

- Continua após o anúncio -

A diferença entre o preço pago e o valor estimado do automóvel chamou a atenção dos investigadores durante a ocorrência.

O que a perícia encontrou no carro?

A perícia constatou que a placa utilizada no veículo era falsa. Os investigadores também identificaram adulterações nas gravações do chassi e do motor.

As marcações originais haviam sido modificadas por meio de remarcação. Após o trabalho pericial, a equipe conseguiu recuperar a verdadeira identificação do automóvel.

O anúncio foi feito onde?

Segundo a Polícia Civil, o veículo foi negociado a partir de um anúncio publicado no Facebook Marketplace. O pagamento teria sido realizado diretamente em dinheiro.

A investigação agora busca identificar outras pessoas que possam estar envolvidas na negociação e esclarecer a origem do carro clonado.

O homem ficou preso?

Sim. O homem foi autuado em flagrante após ser encontrado com o veículo adulterado.

A Polícia Civil informou que as investigações continuam para identificar outros envolvidos no esquema e apurar como o automóvel chegou até o comprador.

O Facebook afirmou que atividades destinadas a enganar, fraudar ou explorar pessoas não são permitidas na plataforma. A empresa também informou que utiliza denúncias de usuários, tecnologia e revisão humana para aplicar suas políticas e que colabora com as autoridades conforme a legislação.

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