
Na manhã desta quinta-feira (17), no Senado Federal, foi realizada mais uma sessão da CPI da Chape. Durante o encontro, a comissão ouviu representantes da Caixa Econômica Federal, Nei Roque Mohr – Nei Maidana, atual presidente da Chapecoense, Alex Passos – vice-presidente de Marketing do clube, e Plinio David De Nes Filho – Maninho, ex-presidente do Verdão.
Durante cerca de três horas de conversas, os senadores questionaram os representantes da Caixa sobre um contrato em vigência com a Tokyo Marine. A seguradora tem ligação com a ausência de pagamentos após o acidente aéreo de novembro de 2016. Antônio Carlos Ferreira de Sousa, vice-Presidente de Logística e Operações da Caixa Econômica Federal, detalhou a CPI itens de um contrato da estatal com a instituição.
Posteriormente, Jorginho Mello – Presidente da Sessão, concedeu a palavra ao ex-presidente da Chapecoense. Por sua vez, Maninho, falou sobre as ações que o clube fez durante os primeiros anos após a tragédia que vitimou 71 pessoas.
Aos senadores, Nei Maidana ressaltou as dificuldades financeiras que, atualmente, a Chapecoense possui. Após questionamentos de Izalci Lucas – relator da sessão, o atual presidente da Associação Chapecoense de Futebol destacou a ligação pessoal que tinha com as vítimas do acidente aéreo.
Atualmente, de acordo com Alex Passos, o clube já pagou R$ 20,8 milhões de acordos trabalhistas. A longo prazo, a Chapecoense ainda pagará 24,6 milhões de reais. A grande parte dos acordos serão encerrados entre 2027 e 2028.







