

⚡ Em Resumo:
- O que é: Projeto de Arte da EBM Clara Urmann Rosa apresenta a obra do Mestre Vitalino e incentiva estudantes a produzirem esculturas em argila.
- Números principais: Atividade desenvolvida com estudantes do 5º ano, envolvendo modelagem, secagem, pintura e acabamento das peças.
- Onde: EBM Clara Urmann Rosa, em Chapecó (SC).
- Quem afeta: Estudantes da escola, professores e a comunidade escolar, promovendo o contato com a cultura popular brasileira.
Como os estudantes conheceram a obra de Mestre Vitalino?
Os estudantes do 5º ano da EBM Clara Urmann Rosa, em Chapecó, estão mergulhando no universo da arte popular brasileira durante as aulas de Arte. A proposta apresenta a trajetória e as obras de Mestre Vitalino, um dos maiores nomes da cultura popular do país, conhecido por retratar em esculturas de barro cenas do cotidiano, personagens do folclore e costumes do povo nordestino.
Após conhecerem a história do artista, os alunos foram convidados a produzir esculturas em argila inspiradas em elementos do próprio cotidiano.
O que os estudantes produziram durante a atividade?
A professora Bruna Nátali da Rosa propôs que cada estudante criasse peças representando pessoas, animais e personagens. A atividade também abriu espaço para a criatividade individual.
A estudante Agatha Vitória Romanoski contou que essa foi sua segunda experiência com a argila e destacou os desafios da modelagem.
“Eu gostei de criar o design da peça e de modelar o material, mas é difícil deixar a argila lisa e no formato certo, porque depende da quantidade de água. Às vezes ela fica muito mole e, outras vezes, muito dura”, relatou.
Já o estudante Ian Gervásio de Castro Moura transformou em esculturas personagens criados por ele.
“Eu fiz dois bonecos do Peter Martin, que é um personagem das histórias em quadrinhos que eu inventei. Também fiz o melhor amigo dele, o Irineu Roberts. Depois, fiz um boneco de neve que ficou muito parecido com o Olaf”, contou.
Quais habilidades são desenvolvidas durante o projeto?
Segundo a professora Bruna Nátali da Rosa, a proposta vai além do aprendizado sobre a cultura brasileira.
“Com essa atividade, os estudantes conhecem um importante patrimônio da cultura brasileira e valorizam o artesanato produzido em nosso país. Além disso, também estudam artistas da região de Chapecó que trabalham com argila e cerâmica, compreendendo diferentes formas de produção artística e cultural”, explicou.
Durante a modelagem, os alunos desenvolvem coordenação motora fina, aprendem técnicas de construção em argila e acompanham todas as etapas do processo artístico, desde a secagem até a pintura e o acabamento das peças.
Qual é a importância da iniciativa para a educação?
A secretária de Educação de Chapecó, Astrit Tozzo, destacou que atividades como essa fortalecem o contato dos estudantes com a cultura brasileira e ampliam as experiências dentro da sala de aula.
“Ao conhecerem artistas brasileiros e experimentarem diferentes materialidades, as crianças desenvolvem a criatividade, a sensibilidade e a expressão artística. Além disso, passam a compreender a riqueza da cultura popular e a reconhecer o valor do patrimônio cultural produzido em diferentes regiões do país”, afirmou.
A iniciativa também aproxima os estudantes da produção artística local, ao apresentar artistas de Chapecó que trabalham com argila e cerâmica, reforçando a valorização da arte e do patrimônio cultural brasileiro desde os primeiros anos da educação básica.
Informações: PMC






