Obras públicas devem ser liberadas imediatamente, informou governador de SC

Moisés também informou que conversa com vários segmentos sobre a possibilidade da retomada das atividade

Foto: Secom/Chapecó

O governador Carlos Moisés anunciou que as obras públicas devem ser retomadas em Santa Catarina. Segundo o governador, elas devem voltar a funcionar com algumas recomendação, como a retirada de idosos da frente de trabalho. O anúncio foi feito na tarde de terça-feira (24). Uma portaria com a recomendação deve ser publicada nesta quarta-feira (25). Moisés informou que as obras de infraestrutura devem ser liberadas imediatamente.


“Todas as obras públicas de um modo geral – não somente estradas, rodovias, mas todas as obras que envolvam o serviço público no âmbito de Santa Catarina – nós pretendemos liberar imediatamente. Provavelmente amanhã (quarta-feira – 25) já se expeça uma portaria”


Para os trabalhos administrativos nas empresas de infraestrutura e de construção é orientado o tele trabalho, conforme recomendação do governador.


 “Toda a cadeia envolvida nas obras de construção deve voltar a trabalhar para atender essa cadeia com seus insumos, materiais, para que a frente continue produzindo, ocupando as pessoas aqui em Santa Catarina”, informou.


Prospecção de retomada de outros setores

O governador informou ainda que o Governo do Estado conversa com representantes de vários segmentos, como: bares, restaurantes, hotéis, empresas que operam no mercado financeiro (bancos e cooperativas de crédito),  sobre a possibilidade de retomada das atividades. Moisés disse que durante essa semana – que ainda há medida de isolamento social – os trabalhos são realizados para modelar uma forma segura da retomada das atividades para as próximas semanas.


 “Uma forma que não tenhamos o aumento do contágio – que continue fazendo esses movimentos de segurança sanitária, mas ao mesmo tempo volte a produzir, volte a liberar o nosso estado para voltar a funcionar a plena carga”, observou.


O governador ressaltou que ao mesmo tempo em que há uma crise na saúde, não se pode provocar uma crise econômica tão forte e persistente na “área da atividade empresarial, comercial que venha trazer efeitos mais danosos que o próprio vírus e as doenças que ele venha acometer a população”.    


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