Reajuste no preço da uva industrial para 2022

A partir do dia 1º de janeiro do próximo ano, o preço mínimo da uva industrial será de R$ 1,31/kg para safra 2021/2022. O novo preço, com alta de 19% sobre o atual (R$ 1,10/kg) é para os estados das regiões Sul, Sudeste e Nordeste para a uva destinada à fabricação de suco, vinho e outros derivados. O reajuste irá vigorar até 31 de dezembro de 2022. O novo valor fixado leva em conta os custos variáveis de produção das lavouras, além de considerar outros indicadores de mercado. A Conab elaborou um estudo e os itens que mais impactaram a formação do preço: mão de obra (34,58%) e defensivos agrícolas (24,68%). A safra 2020/2021 de uva no Brasil foi de 1,69 milhão de toneladas. O Rio Grande do Sul concentra 56% da produção nacional, seguido de Pernambuco (23%). Quando se trata de uvas para fins industriais, estima-se que a participação dos gaúchos ultrapasse os 90%.
Selo Cidasc de Conformidade
A adesão da Agrocomercial Zanete ao Selo Cidasc de Conformidade (SCC) foi formalizada na semana passada em São Joaquim. O Selo é um referencial de qualidade para produtos de origem vegetal. A agroindústria participante implementa um sistema de gestão da segurança dos alimentos (SGSA) e adequa seus processos de produção ou fabricação, buscando atender à legislação sanitária e elevar o padrão de qualidade de seus produtos.
Produção x Vendas
A produção e as vendas de produtos químicos de uso industrial subiram em outubro, na comparação com setembro. De acordo com dados da Associação Brasileira da Indústria Química (Abiquim), o índice de produção avançou 5,51%, enquanto o de vendas internas teve elevação de 4,97%. A demanda local, medida pela variável consumo aparente nacional (CAN), teve alta de 0,4% e o índice de utilização da capacidade instalada registrou o patamar de 73% de taxa de ocupação das instalações. No que se refere ao índice de preços, a variável teve a terceira elevação consecutiva, com alta de 4,93% em outubro, pressionado pelo mercado internacional e por altas de custos de matérias-primas e insumos básicos. (Fonte: Money Times).
Grupo de trabalho é criado para discutir o fornecimento de fertilizantes 1
Em reunião da Câmara Temática de Insumos Agropecuários do Mapa no início da semana, foi criado um grupo de monitoramento em assessoramento sobre fertilizantes. O grupo será formado por representantes de agricultores, da indústria de defensivos e fertilizantes e de distribuidores desses insumos com o objetivo de reforçar a atenção sobre o fornecimento de fertilizantes e para regularizar a importação para a próxima safra, 2022/2023. Os encontros do grupo serão semanais com atualização dos cenários e propostas de ação para mitigar riscos ao setor.
Grupo de trabalho é criado para discutir o fornecimento de fertilizantes 2
A preocupação do mercado em relação ao abastecimento de fertilizantes é reflexo da crise pós-covid e energética vivida por países como a China. Além do país asiático, Rússia, Canadá e Belarus são importantes fornecedores de fertilizantes para o Brasil.
Mesmo assim, o volume de importação de fertilizantes no país bateu, em outubro, a marca histórica de 33,8 milhões de toneladas. O número indica um maior investimento na safra atual, bem como um aumento de área plantada das principais commodities nacionais, como soja e milho. A previsão da Conab é de que o Brasil importe, nos próximos meses, mais de 35 milhões de toneladas desses insumos.
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Cotações
Dólar: R$ 5,62
Saca da soja: R$ 162,89
Saca de milho: R$ 84,46
Arroba do boi: R$ 307,50
Litro do leite: R$ 2,07

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