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Perdas na agricultura são devastadoras; Seguro Rural bate recordes em 2021

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Seguro Rural bate recordes em 2021 1

Créditos: MAPA/Divulgação

Em 2021, o Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR) do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) aplicou R$ 1,18 bilhão, valor 34% maior que o executado em 2020. Com isso, todos os indicadores são recordes no seguro rural em 2021. Foram beneficiados aproximadamente 121 mil produtores rurais, contratadas 218 mil apólices e a área segurada total foi de 14 milhões de hectares, 2,4% superior ao resultado de 2020. O valor segurado no país alcançou o recorde de R$ 68,3 bilhões no ano passado, um aumento de aproximadamente 49,1%. As seguradoras já pagaram, entre janeiro e outubro de 2021, em torno de R$ 3,6 bilhões em indenizações aos produtores, o que representa um aumento de 76% sobre os R$ 2,1 bilhões pagos no mesmo período de 2020. O valor é recorde também desde o começo do PSR, em 2006.

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Em 2021, houve aumento significativo nos custos e preços dos principais produtos segurados, como a soja e o milho, o que exigiu um aporte maior de subvenção do governo. Outros destaques no PSR foram entre as mais de 60 atividades apoiadas pelo Programa. No ano de 2021, destaca-se o crescimento das operações de pecuária, que tiveram um aumento de 109%; café, 40%; floresta, 22% e milho, 1ª e 2ª safras, 18%.
As culturas que apresentaram maior demanda por seguro rural foram: soja, milho (2ª safra), trigo, milho (1ª safra), café, maçã, uva, arroz e tomate.

Perdas no Oeste do Paraná são “devastadoras”

As perdas verificadas em lavouras no oeste do Paraná por uma comitiva do Ministério da Agricultura atingem, na maioria dos casos, mais de 70% das plantações, disse o diretor de Gestão de Risco da Secretaria de Política Agrícola da pasta, Pedro Loyola, que integra o grupo. “Aqui na região oeste a situação está devastadora. Fomos a campo em propriedades, cooperativas, em Palotina, Marechal Cândido Rondon, Toledo, Cascavel, Medianeira, e realmente toda essa região está com perdas, geralmente acima de 70%. (Fonte: Money Times).

Perdas no Noroeste paranaense também são preocupantes

Tem produtor que perdeu tudo, outros que perderam de 70% a 80% (da produção estimada)”, revelou Loyola à reportagem na Money Times, citando que algumas propriedades registram de 40 a 50 dias de seca. “A situação está complicada também na região noroeste do Paraná, que pega Campo Mourão e Maringá. Quanto mais perto da fronteira de Foz do Iguaçu, maior a perda”, disse o diretor da pasta. No noroeste paranaense, as perdas abrangem de 60% a 65% das lavouras, segundo ele.

Há preocupação, ainda, de importantes cadeias produtivas que atuam no Paraná e dependem dos grãos para alimentação animal, como pecuária leiteira e de corte, suinocultura, avicultura, que já manifestam preocupação com mais aumento dos custos de produção – condição vivida em 2021 em razão da quebra da safrinha.

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Cotações

Dólar: R$ 5,53

Saca da soja: R$ 175,25

Saca de milho: R$ 95,27

Arroba do boi: R$ 313,00

Litro do leite: R$ 2,28

Patrocínio ClicAgro
Foto: Divulgação/ ClicRDC

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