Otimismo no plantio da Soja

O tempo mais chuvoso neste início da temporada 2021/22 de grãos no Brasil permite o plantio das primeiras áreas de soja no Paraná, aponta consultoria AgRural. “Embora os volumes ainda sejam pequenos e mais umidade seja necessária para o início da safra 2021/22, as precipitações registradas desde o fim de agosto são melhores que as observadas no mesmo período do ano passado e têm animado os produtores às vésperas do fim do vazio sanitário”, disse a consultoria em nota, referindo-se ao período em que a soja não pode ser plantada, para evitar a propagação do fungo da ferrugem.
“A semana foi marcada por uma nova rodada de chuvas em boa parte da região Sul, que acabou deixando o plantio um pouco mais lento, principalmente no Rio Grande do Sul, onde os volumes foram mais expressivos. Por outro lado, a boa umidade garante, por ora, boas condições de germinação nos três Estados”, afirma a Consultoria AgRural.
(Fonte: Reuters)
Preocupação com a escassez de milho nos Estados do Sul
Por outro lado, vamos falar da manifestação de ontem da FAESC sobre uma grande preocupação com a safra do milho.
A escassez aguda de milho no mercado doméstico brasileiro não vai se resolver tão cedo. A Companhia Nacional de Abastecimento (CONAB) e o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revisaram para baixo as estimativas da safra de grãos 2020/2021. A situação preocupa a Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de SC porque o déficit de milho na região sul, neste ano, é imenso: Paraná e Santa Catarina precisarão importar 5 milhões de toneladas cada um e, o Rio Grande do Sul, mais 4 milhões.
O Paraná sempre foi autossuficiente, mas a geada deste ano arrasou as lavouras e dos 11 milhões de toneladas previstas, colheu apenas 5 milhões. Santa Catarina vai consumir 7 milhões e só produziu 2 milhões. O Estado gaúcho também registra insuficiência do grão.
União na busca de soluções é a proposta da FAESC
Programas de estímulo ao aumento do cultivo de milho, envolvendo o Governo Federal, os governos estaduais e as agroindústrias é a saída proposta pela FAESC para engajar mais produtores e regularizar a oferta de milho.
O suprimento da cultura para as cadeias produtivas da avicultura e da suinocultura industrial no sul está se tornando um problema cada vez mais complexo. O déficit desse grão foi perigosamente agravado neste ano por fatores climáticos, sanitários e mercadológicos. A escassez desse insumo ameaça as agroindústrias e milhares de criadores de aves e suínos do sistema integrado de produção.
Inicialmente a seca, depois as geadas destruíram parte das lavouras. A praga da cigarrinha dizimou parte do plantio. As exportações maciças de milho enxugaram o mercado interno. A conjugação desses três fatores tornou o milho escasso e extremamente caro: mais de R$ 100 a saca de 60 kg. (Fonte: MB Comunicação).
Laticínio de Vargem Bonita recebe certificação
A certificação de Propriedade Livre de Brucelose e Tuberculose foi entregue neste mês para a segunda propriedade de Vargem Bonita, o pequeno município de cinco mil habitantes, na região do Vale do Contestado. A conquista é do Laticínio Estância Velha.
O estabelecimento familiar, que tem crescido anualmente. Desde 2014 possui o registro no Serviço de Inspeção Estadual (SIE), que lhe permite vender em todo Estado. A conquista do certificado de Propriedade Livre de Brucelose e Tuberculose teve grande significado, pois além de assegurar mais sanidade do rebanho, pode agregar valor aos produtos fabricados com o leite que produzem.
O laticínio conta com uma casa de vendas, onde os visitantes podem adquirir produtos lácteos como manteiga e diversas variedades de queijo. Parte do leite utilizado é comprado de outros produtores locais e a certificação destes fornecedores também seria benéfica para a agroindústria.
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Cotações
Dólar: R$ 5,24
Saca da soja: R$ 170,40
Saca de milho: R$ 93,60
Arroba do boi: R$ 320,00
Litro do leite: R$ 2,14

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