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Morcegos são capturados no Oeste de SC; Exportações de carne bovina em queda

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Morcegos capturados em Xanxerê

Créditos foto: Cidasc/Divulgação

A captura de morcegos hematófagos faz parte da rotina de atividades da companhia no controle à população da espécie Desmodus rotundus presente em todo o Estado. Essa espécie de morcegos pode atacar animais das propriedades rurais e transmitir a raiva caso a colônia esteja contaminada com o vírus.

Profissionais da Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina – Cidasc de Xanxerê capturaram morcegos hematófagos na noite do dia 18 de outubro, no município de Entre Rios, Oeste Catarinense. A colocação das redes foi na saída da mina de pedras preciosas abandonada.

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O município possui algumas minas de pedras preciosas em atividade e outras inativas, neste caso se tornam excelentes abrigos para morcegos. A atividade foi realizada no final da tarde e a captura de oito morcegos ocorreu durante a noite quando os morcegos vão em busca de animais para se alimentarem com o sangue depois de espoliar os mesmos. Após a ação de captura é realizada a aplicação da pasta vampiricida (com anticoagulante) no dorso dos morcegos, sendo os mesmos soltos na sequência para que o ocorra o trabalho de controle já que os morcegos têm o hábito de lamberem uns aos outros no interior da colônia.

Exportações de carne bovina em queda 1

As exportações de carne bovina in natura do Brasil despencaram para 82,18 mil toneladas em outubro, pressionadas pela suspensão de compras de seu principal importador, a China, que já se estende por cerca de 60 dias, mostraram dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) nesta semana. Em outubro do ano passado, o país embarcou 162,68 mil toneladas da proteína para o exterior.

Em setembro, quando cargas foram enviadas aos chineses mesmo após o anúncio do embargo, no dia 4, o Brasil bateu recorde mensal de exportações de carne bovina, com exportadores confiando que a suspensão seria curta e não valeria para cargas certificadas antes de um problema sanitário.

Entretanto, a maioria dos lotes enviados em setembro foi bloqueada por autoridades do país asiático, e os carregamentos seguem parados nos portos da China, aguardando autorização para entrada ou sinal verde para seguir rumo a outro destino.

Exportações de carne bovina em queda 2

O embargo foi estabelecido após o Ministério da Agricultura brasileiro confirmar a ocorrência de dois casos atípicos da doença Encefalopatia Espongiforme Bovina (EEB), conhecida como “vaca louca”, que desencadeou a suspensão automática de exportações da proteína à China em cumprimento a um protocolo para a situação.

Por se tratarem de casos atípicos, a Organização Internacional de Saúde Animal concluiu ainda em setembro que não havia risco para o rebanho brasileiro, mesmo assim os chineses mantêm a suspensão à carne bovina do Brasil.

Especialistas atribuem o posicionamento da China a uma estratégia para baixar os preços do produto brasileiro, que vinha em patamares elevados, com a influência do dólar e da escassez de oferta nacional. Apesar disso, os dados da Secretaria de Comércio Exterior indicam que o valor da proteína segue 21,7% superior, no comparativo anual, somando US$ 5.166 dólares por tonelada em outubro.

O valor afetado até o momento foi o da arroba bovina, que já acumula redução de 13,48% desde o início do embargo, a 263,95 reais, conforme o Indicador do Boi Gordo Cepea. (Fonte; Reuters).

Valores elevados do suíno

Os valores do suíno vivo e da carne estiveram elevados na maior parte de outubro. Segundo pesquisadores do Cepea, mesmo diante dos recuos observados na segunda quinzena, a média do mês passado ainda foi a maior desde abril deste ano, em termos reais (as médias mensais foram deflacionadas pelo IGP-DI de setembro/21). Pesquisadores do Cepea indicam que, no início de outubro, os valores foram sustentados pela demanda aquecida, que esteve acima da oferta de novos lotes para abate. Já na segunda quinzena do mês, os preços passaram a cair, pressionados pela retração de frigoríficos, que limitaram as compras de novos lotes devido ao enfraquecimento das vendas de carne no atacado.

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Cotações

Dólar: R$ 5,60 

Saca da soja: R$ 162,28

Saca de milho: R$ 86,40

Arroba do boi: R$ 303,50

Litro do leite: R$ 2,28

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