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Discussões sobre o Código Estadual do Meio Ambiente na reta final; Epagri e UFSC realizam Seminário

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Reta final nas discussões que tratam do Código Estadual do Meio Ambiente

Créditos foto: Rodolfo Espínola/Agência AL

Na sexta e penúltima audiência pública promovida pela comissão mista formada na Assembleia Legislativa de SC para discutir e propor alterações à Lei 14.675/2009, que trata do Código Estadual do Meio Ambiente, no auditório da Prefeitura de Içara, no Sul do estado, na última sexta-feira (12), foram apresentadas novas sugestões.

O vice-presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Santa Catarina (Faesc), Enori Barbieri, entregou oficialmente as propostas das entidades ligadas ao agronegócio catarinense ao vice-presidente da comissão mista, deputado José Milton Scheffer (PP), que presidiu a audiência.

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A Faesc, Fetaesc (Federação dos Trabalhadores na Agricultura), Ocesc (Sindicato e Organização das Cooperativas), Sindicarne (Sindicato da Indústria de Carnes e Derivados) e Fecoagro (Federação das Cooperativas Agropecuárias) estiveram reunidas e apresentaram mais de 200 propostas de alterações e melhorias ao Código Ambiental, destacando a importância da legislação catarinense vigorar acabando com a burocratização e impedir que normas, portarias e resoluções venham alterar o que for aprovado pelo Parlamento catarinense.

A última audiência acontece nesta quinta-feira (18), às 10 horas na Assembleia Legislativa de SC.

Nova tecnologia aprovada no cultivo de eucaliptos

A Suzano informa que teve aprovada pela Comissão Técnica Nacional de
Biossegurança (CTNBio) o uso comercial do novo eucalipto geneticamente modificado da companhia tolerante a herbicida, segundo documento apresentado no dia 12 de novembro.
A nova tecnologia foi desenvolvida pela FuturaGene, subsidiária integral da Suzano.

O novo eucalipto confere a característica de tolerância ao herbicida glifosato, amplamente utilizado no setor florestal, há mais de 30 anos, durante as etapas inicias de plantio do eucalipto.
A expectativa é que a redução dos danos a árvores jovens por meio do eucalipto tolerante a herbicida melhore a produtividade no campo, em um momento no qual a demanda global por produtos renováveis, a exemplo da madeira, tem crescido de maneira significativa.

A tecnologia foi avaliada e aprovada pela CTNBio após realização de amplos testes e um processo de avaliação de risco por diversos anos, a fim de garantir que as plantas modificadas não apresentem nenhum risco à saúde humana e animal ou ao meio ambiente. (Fonte: Money Times).

Epagri e UFSC realizam hoje Seminário

Créditos foto: Divulgação/Epagri

Hoje (16), a Epagri e a UFSC realizam o seminário “Especificação de recursos territoriais: o enfoque da Cesta de Bens e Serviços Territoriais (CBST)”. O evento, que será transmitido de forma on-line, vai apresentar os resultados parciais de um projeto de pesquisa que envolve a aplicação do conceito de Cesta de Bens e Serviços Territoriais em Santa Catarina. Essa abordagem, desenvolvida pelos franceses, busca valorizar os recursos, produtos e serviços que têm potencial de promover o desenvolvimento de determinada região.

O evento é direcionado a professores e pesquisadores de universidades, pesquisadores e extensionistas da Epagri, representantes de prefeituras, ONGs, agentes de desenvolvimento do Sebrae e lideranças de organizações de agricultores.

No seminário, os participantes vão conhecer os resultados de levantamentos realizados no Extremo Oeste Catarinense e no Planalto Catarinense que buscaram identificar produtos, serviços e recursos locais com potencial de compor uma Cesta de Bens e Serviços Territoriais. No Extremo Oeste, foi identificado os produtos coloniais, por exemplo, que se aproximam muito dessa abordagem. Eles são produzidos em pequena escala, em pequenas agroindústrias, normalmente originários da cultura e do saber-fazer da população que vive nesses territórios e excluídos das grandes cadeias produtivas.

Câmara dos Deputados discute regulamentação de bioinsumos

A Presidente da Comissão de Agricultura e relatora do Projeto de Lei 658/2021, que regulamenta a produção de bioinsumos em propriedades rurais do país, deputada federal Aline Sleutjes (PSL-PR), anunciou na última sexta-feira (12), que receberá sugestões de alteração no texto até o dia 18 de novembro. A parlamentar defende direito de cada agricultor fabricar seu próprio bioinsumo.

Segundo projeto, bioinsumos (ou insumos biológicos) são materiais naturais usados no cultivo agrícola em substituição ou complementação a defensivos (agrotóxicos), produzidos por empresas especializadas ou órgãos oficiais, como a Embrapa. Alguns exemplos de uso são os antissépticos naturais para animais ou bactérias para fixação de nitrogênio nas plantas.
A relatora defendeu o direito de cada agricultor, grupo empresarial ou cooperativa de produzir o próprio bioinsumo na própria propriedade.

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Cotações

Dólar: R$ 5,46

Saca da soja: R$ 156,39 

Saca de milho: R$ 82,75

Arroba do boi: R$ 294,50

Litro do leite: R$ 2,20

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Foto: Divulgação/ ClicRDC

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