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Decreto que institui a Cédula Verde é assinado; SC aumenta produtividade de milho

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Bolsonaro assina Decreto que institui a Cédula Verde

Créditos foto: Gabriel Faria/Embrapa

A partir de outubro de 2021, o produtor rural brasileiro contará com um novo título para financiar a conservação da parcela de vegetação nativa em sua propriedade. O mercado estimado é de R$ 30 bilhões em quatro anos.

A cédula verde é como um pagamento pelos serviços ambientais prestados pelo produtor, que deixa de abrir novos espaços de vegetação para expandir a sua produção agropecuária.
O Decreto que institui a nova modalidade foi assinado na última sexta-feira (01), pelo presidente Jair Bolsonaro. A Cédula de Produto Rural (CPR) Verde poderá ser emitida pelos produtores para atividades de serviços ambientais relacionadas à conservação de florestas e recuperação da vegetação nativa e que resultem, entre outros, em redução de emissões de gases de efeito estufa.

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O título verde vai funcionar da seguinte forma: ao invés de se comprometer em entregar o resultado da produção agropecuária em pagamento a um recurso financeiro obtido para investimento, o produtor poderá dar como garantia ao dinheiro recebido a manutenção de determinada área florestal em pé.

No Brasil, até então, o produtor que mantivesse a área de floresta preservada, além da parcela obrigatória, não recebia nenhum benefício em troca.

Combate de pragas em produções florestais

O combate a formigas cortadeiras e à vespa-da-madeira, pragas que causam grandes impactos em plantios de pínus, ganhou reforço este ano. Recursos de emenda parlamentar do deputado federal Carlos Chiodini (MDB/SC) proporcionaram continuidade e ampliação das ações de transferência de tecnologia, que fizeram com que a informação sobre o combate a estas pragas chegassem a produtores florestais, técnicos de empresas e assistência técnica e extensão rural.
Além disso, os recursos proporcionaram a continuidade da produção do Nematec, que realiza o controle biológico da vespa-da-madeira. Só neste ano, foram produzidas e distribuídas cerca de 6.200 doses do produto, beneficiando empresas florestais de todo o Sul do país.]

Além de informações no formato de eventos on-line, visitas de campo e produção de vídeos, também foi desenvolvida uma ferramenta computacional, denominada Manejo-Formigas, disponível para auxiliar na estratégia de controle de formigas cortadeiras. Os recursos também proporcionaram a aquisição de materiais e insumos para o funcionamento do Laboratório de Entomologia Florestal da Embrapa Florestas, que pesquisa diversas pragas florestais e desenvolve tecnologias para seu controle, especialmente utilizando medidas de manejo integrado de pragas.
(Fonte: Embrapa).

Aumento da produtividade do milho em SC 1

Créditos foto: iStock

O (Projeto GYGAs SC), criado para avaliar o potencial e as lacunas de produtividade do milho em Santa Catarina, publicou os resultados parciais do estudo desenvolvido em 176 propriedades do Estado durante a safra 2020/21. A pesquisa mostra que se todas as lavouras catarinenses de milho atingirem 75% do potencial de produtividade, ou seja, a máxima eficiência técnica e econômica, será possível aumentar a produção anual em 2,5 milhões de toneladas. O resultado possibilitaria atender mais de 70% da demanda catarinense pelo cereal.

A pesquisa é desenvolvida em parceria entre a Epagri e a equipe FieldCrops, da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), em 42 municípios do estado. Trata-se de um protocolo global, com mais de 70 países participantes, com aplicação local. A iniciativa é liderada pela Universidade de Nebraska (EUA) e Universidade de Wageningen, na Holanda, e se baseia no conhecimento da ecofisiologia das culturas e dos sistemas de produção.

Aumento da produtividade do milho em SC 2

Em Santa Catarina, o estudo busca estimar o potencial de produtividade do milho nas diferentes regiões e identificar as principais lacunas que impedem uma maior eficiência, como forma de elevar a produção desse cereal por meio do manejo baseado em processos, considerando a atual área de cultivo. O objetivo final é tornar o estado menos dependente da importação do grão para alimentar seus plantéis de animais, principalmente aves e suínos. Santa Catarina é responsável por 50% da exportação nacional de carne suína e por 30% da carne de frango vendida ao Exterior. Neste cenário, a demanda por milho no Estado é de 7 milhões de toneladas por ano, enquanto que a produção média anual é 2,8 milhões de toneladas.

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Cotações

Dólar: R$ 5,36

Saca da soja: R$ 168,31

Saca de milho: R$ 91,76

Arroba do boi: R$ 315.00

Litro do leite: R$ 2,25

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Foto: Divulgação/ ClicRDC

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