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Chapecó completa 104 anos, uma cidade que possui essência no agronegócio; Pesquisa busca reduzir efeitos da seca do milho

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CHAPECÓ 104 ANOS: UMA CIDADE QUE POSSUI A ESSÊNCIA DO AGRONEGÓCIO

Créditos Foto 01: Vanderlei Tecchio.

O esforço e a determinação dos pioneiros resultaram em raízes que hoje nos tornam competitivos no mercado crescente do Agronegócio. Um setor identificado com nossa história. O crescimento de Chapecó está atrelado com a evolução do Agro, não apenas no município, mas em toda uma grande Região.

As produções realizadas inicialmente em pequenas propriedades, mais precisamente nas cozinhas dos pioneiros. Foi ganhando corpo, forma e um potencial que extrapolam fronteiras. Chapecó exporta para mais de 60 países e carrega a marca de um dos maiores produtores de proteína animal do mundo.

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A caminhada foi árdua e muitos foram os momentos de dificuldades, mas as características de um povo brioso e de fibra foi superando uma série de momentos e circunstâncias. E nos dias de hoje as boas notícias ecoam. Grandes plantas de produção de nossa cidade como: Aurora, Cooperalfa e a Ecofrigo convivem com uma palavra que soa bem aos ouvidos: Expansão. As duas primeiras juntas somam um investimento de R$ 1 bilhão na ampliação de estruturas físicas para expandir suas linhas de produção e dar conta da demanda mundial que só cresce.

Já Ecofrigo trabalha num plano de ação para expandir uma nova planta, mas por questões estratégicas em breve deverá fazer um anúncio oficial sobre mais um importante passo em sua história. Inclusive um dos personagens no Editorial Especial desenvolvido pelo Grupo Condá de Comunicação em comemoração aos 104 anos de Chapecó foi o fundador do Grupo Bugio, Alceu Parisotto. Um empreendedor que carrega em sua trajetória a veia da determinação de outros grandes nomes marcados em nossa história. A Ecofrigo é uma empresa do Grupo Bugio, que atua em toda a cadeia do agronegócio desde 1986.

Frigorifico Ecofrigo – Créditos foto 02: Vanderlei Tecchio.

PESQUISA PARA DIMINUIR OS EFEITOS DA SECA NO MILHO

Pesquisa realizada em parceria entre a Universidade Federal de Alfenas (Unifal, MG) e a Embrapa Milho e Sorgo testou o potencial de dois novos grupos químicos do açúcar natural trealose – tosila e azido para mitigar os efeitos da seca no milho. Experimentos com uma variedade híbrida sensível à seca em casa de vegetação mostraram maior crescimento das plantas tratadas com esses derivados. Isso comprova o efeito bioestimulante da substância e abre caminho para novos estudos em prol da redução do estresse hídrico no cultivo desse cereal no Brasil. Por ser natural, o açúcar trealose vem sendo apontado como alternativa para diabéticos e em dietas alimentares com redução de glicose.

Quer saber mais informações acesse o link: www.embrapa.br/busca-de-noticias/-/noticia/64188194/acucar-natural-diminui-efeitos-da-seca-na-cultura-do-milho

CERVEJA ARTESANAL

A primeira cerveja produzida com ingredientes 100% catarinenses já está no mercado. A Toda Nossa, desenvolvida por meio de uma parceria entre a Secretaria de Estado da Agricultura, a Epagri, a Udesc, as cervejarias Ambev e Lohn Bier, a Prefeitura de Lages e a Associação Brasileira de Produtores de Lúpulo. A bebida contém malte de cevada, leveduras e lúpulo produzidos em Santa Catarina.

O principal desafio é o desenvolvimento da produção de lúpulo, que ainda se encontra em estágio embrionário no Brasil. Uma Fazenda Modelo foi instalada em Lages, para estimular o plantio. A Produção de lúpulo pode se tornar mais uma alternativa de renda para os agricultores catarinenses.

AVICULTURA CATARINENSE

Créditos foto: Nutrição e Saúde Animal

A avicultura catarinense recupera o crescimento no mercado internacional e acumula US$ 1 bilhão de faturamento com os embarques de carne de frango em 2021. Santa Catarina é o segundo maior exportador nacional do produto e, ao longo do ano, foram mais de 583,7 mil toneladas vendidas para centenas de países. De janeiro a julho deste ano, Santa Catarina ampliou em 9,4% o faturamento com os embarques e respondeu por 24,3% do total nacional. Resultado do aumento nas exportações para mercados como Japão (6,3%), Arábia Saudita (41%), Chile (73,9%), além do resultado surpreendente das vendas para o México que foram 69 vezes maiores do que no mesmo período do ano anterior, fechando em US$ 21,7 milhões.
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