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Brasil e Colômbia buscam troca de experiências; tomate tem recuo nos preços

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Brasil e Colômbia buscam troca de experiências

Créditos foto: Guilherme Martinom/MAPA

Os Governos do Brasil e Colômbia assinaram ontem (19) um Memorando de Entendimento para fortalecer a cooperação técnica em diversas áreas da agricultura, pecuária, aquicultura e pesca entre os dois países.

O memorando prevê o intercâmbio de informações técnicas e estatísticas e a criação de vínculos entre as duas administrações públicas. Também estão previstas a realização de visitas técnicas e workshops, de programas de capacitação e publicação conjunta de materiais técnicos informativos.

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O Memorando vai propiciar que o Brasil conheça melhor a experiência colombiana no fortalecimento da cadeia de valor de setores importantes como o do cacau. O lado colombiano, por sua vez, se beneficiará da experiência brasileira em políticas e instrumentos de apoio à agricultura familiar, assistência técnica e regularização fundiária, entre outros temas importantes para seu desenvolvimento rural.

Tomate tem leve recuo nos preços

As cotações do tomate salada longa vida 3A tiveram leve recuo nos atacados nos últimos dias, o que pode estar atrelado a problemas de qualidade, de acordo com atacadistas consultados pelo Hortifruti/Cepea.

No entanto, apesar da desvalorização, os preços continuam em patamares elevados, ainda sustentados pela baixa oferta. Segundo agentes consultados, a maturação dos tomates está lenta, e o número de frutos ainda verdes é grande, o que tem gerado sobras e, consequentemente, quedas nos valores. Entre 11 e 15 de outubro, o preço médio do tomate salada longa vida 3A fechou a R$ 108,33/caixa de 20 kg na Ceagesp (Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo), queda de 4,95% frente à média da semana anterior. (Fonte: Cepea/Hortifruti).

Exigências do mercado internacional são alvo de fiscalização

Alguns mercados internacionais fazem exigências sanitárias específicas, mais rígidas que as preconizadas pela Organização Mundial da Saúde. É o caso da China e da União Aduaneira (formada por Rússia, Bielorússia e Cazaquistão), que não permitem a utilização de um aditivo chamado ractopamina na produção de carne de porco.

As granjas que se dedicam a atender estes importadores adotam um sistema segregado de produção. Neste mês de outubro, foi iniciada a fiscalização oficial destas granjas em Santa Catarina, dentro de um programa específico para certificação sanitária de carne suína destinada a estes mercados.

Duas granjas da empresa Pamplona foram vistoriadas no início do mês pelos veterinários do Departamento Regional de Rio do Sul da CIDASC, para verificar o cumprimento dos requisitos sanitários.

Durante a fiscalização é feita uma verificação oficial in loco e documental, onde são contemplados: verificação da origem dos animais, verificação da Ficha de Acompanhamento do Lote (FAL), verificação da origem da ração (oriunda de fábricas de ração aprovadas pelo Mapa para integrar o sistema segregado – sem ractopamina), uso de ração exclusivamente sem ractopamina, entre outros. Sendo a empresa aprovada no checklist, ela recebe a homologação e passa a estar autorizada para a exportação desses produtos para os mercados mais restritivos quanto ao uso do aditivo.

Bem estar animal tratada como prioridade

Créditos foto: Tauflow/Divulgação

A preocupação com o bem-estar animal é uma prioridade histórica da Cooperativa Central Aurora Alimentos (Aurora Coop), uma das primeiras empresas do País a aderir ao Programa Nacional de Abate Humanitário, em 2009.

Agora, atendendo orientações dos relatórios anuais da BBFAW (Business Benchmark on Farm Animal Welfare) e em atenção às recomendações do Welfare Quality, a Aurora Coop acaba de reformular sua página de bem-estar animal no site oficial www.auroraalimentos.com.br/bem-estar-animal.

Entre os conteúdos editados e acessíveis ao público estão a preocupação com o uso frequente de antibióticos, a prevenção das mutilações e a transição para sistemas de produção mais evoluídos.
Os programas Suíno Ideal e Frango Aurora definem as boas práticas de produção e trazem orientações sobre os cuidados com o uso rotineiro de antibióticos. Por outro lado, a Cooperativa Central participa ativamente de fóruns de discussões sobre o tema junto às entidades do setor, incentivando a área técnica ao uso racional e consciente daquelas substâncias. Nesse aspecto, a Aurora Coop cumpre rigorosamente as diretrizes dos mercados internacionais mais exigentes.

Fale conosco:

Envie informações e sugestões para o e-mail: [email protected] ou pelo telefone: (049) 9 8802-4673.

Cotações

Dólar: R$ 5,59

Saca da soja: R$ 167,48

Saca de milho: R$ 90,21

Arroba do boi: R$ 319,00

Litro do leite: R$ 2,28

Patrocínio ClicAgro
Foto: Divulgação/ ClicRDC

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