
O Dia das Mães é uma das principais datas para o comércio. É o que mostra a pesquisa de intenção de gastos do Núcleo de Inteligência Estratégica da Federação do Comércio de Santa Catarina (Fecomércio), que entrevistou 2.100 consumidores catarinenses, de 25 de março a 10 de abril. Além de Chapecó, o levantamento abrangeu outras seis cidades de Santa Catarina, como Blumenau, Criciúma, Florianópolis, Itajaí, Joinville e Lages.
Segundo a pesquisa, os catarinenses pretendem gastar em média R$336,00 com presentes para o Dia das Mães. O valor é 9,2% superior ao do ano passado, de R$ 307,60. Esse resultado reforça o cenário positivo do varejo catarinense, que acumula alta de 5,2% no consumo nos últimos 12 meses até fevereiro. Outro fator que contribui é a percepção positiva das famílias, já que 87,1% dos consumidores afirmam que a situação financeira está igual ou melhor, comparada ao ano passado.
A pesquisa também revela diferenças regionais no comportamento de consumo. O maior destaque foi Criciúma, que registrou aumento de 56,6% na intenção de gastos, passando de R$270,00 para R$422,00. Também apresentaram avanços expressivos Itajaí, com aumento 22,9%, e Lages, com 10,6%.
De acordo com o Sindicato do Comércio da Região de Chapecó (Sicom), os consumidores do município pretendem gastar em média R$280,00. A intenção de compras sofreu queda de 2,3% em relação ao ano passado. Além de Chapecó, Florianópolis registrou queda de 7% e Blumenau de 8,2%.
ITENS DE VESTUÁRIO SÃO OS MAIS PROCURADOS
Entre os itens mais procurados destacam-se vestuário (28,2%), perfumes e cosméticos (24%) e calçados e bolsas (14%). A busca pelos presentes deve se concentrar em períodos próximos ao Dia das Mães. Mais de 56% dos consumidores pretendem adquirir os presentes na semana ou na véspera da data.
No momento do pagamento, destacam-se modalidades que evitam o endividamento, como o pix, que lidera as preferências com 26,5%, o cartão de débito à vista (26%) e o dinheiro (21%). Em relação ao local de compra, os consumidores priorizam canais físicos, como comércio de rua (55%). Em seguida aparecem as compras pela internet (22%) seguidos por lojas de shopping (19%).
O levantamento ainda indica que o consumidor está atento ao custo-benefício. Cerca de 27,8% consideram o preço como principal fator de decisão. Já 23,5% são influenciados pelas promoções e 20,4% pela qualidade dos produtos.
Fonte: Extracomunica







