A ação penal do MPSC demonstrou a prática reiterada de estupro de vulnerável ao longo de sete anos. Os abusos começaram quando as vítimas tinham entre sete e nove anos de idade
Guilherme Hilleschaim, de 32 anos, foi visto pela última vez na sexta-feira (11); família registrou boletim de ocorrência e Polícia Civil investiga o desaparecimento