
⚡ Em Resumo:
- O que é: Brasil e outros três países assinaram um memorando para criar o Céu Único Sul-Americano.
- Números principais: Quatro países assinaram o acordo e um grupo de trabalho terá 12 meses para elaborar as propostas.
- Onde: Memorando foi assinado em Assunção, no Paraguai.
- Quem afeta: Companhias aéreas, passageiros, governos e o setor de aviação da América do Sul.
O que é o Céu Único Sul-Americano?
O Brasil assinou, nesta terça-feira (14), um memorando de entendimento para a criação do Céu Único Sul-Americano. O documento foi firmado em Assunção, no Paraguai, em parceria com Argentina, Chile e Paraguai, estabelecendo as bases para um mercado aéreo regional mais integrado.
A proposta busca ampliar a cooperação entre os países e facilitar a prestação de serviços de transporte aéreo, respeitando a legislação e os marcos regulatórios de cada nação.
Quais são os objetivos do acordo?
Segundo o Ministério de Portos e Aeroportos, a iniciativa pretende aumentar a oferta de voos entre os países sul-americanos, reduzir gradualmente as barreiras regulatórias e aperfeiçoar as regras de acesso ao mercado de transporte aéreo.
A expectativa é fortalecer a conectividade entre cidades da América do Sul, favorecendo passageiros, companhias aéreas e o desenvolvimento econômico da região.
Como será a implementação do projeto?
Os países participantes criarão um grupo de trabalho formado por autoridades aeronáuticas para elaborar propostas de implementação do Céu Único Sul-Americano.
O grupo terá prazo de 12 meses para apresentar medidas que permitam a adoção gradual das novas regras e da integração do mercado aéreo.
Quais países participam da iniciativa?
Nesta primeira etapa, o memorando foi assinado por Brasil, Argentina, Chile e Paraguai.
O Uruguai informou que pretende aderir ao acordo em um momento posterior, ampliando a participação regional na iniciativa.
O modelo já existe em outras regiões?
Sim. A proposta do Céu Único Sul-Americano segue exemplos de integração aérea já adotados em outras partes do mundo, como na União Europeia, na África e na Oceania.
A expectativa é que o projeto facilite a criação de novas rotas, aumente a conectividade entre os países e contribua para tornar o transporte aéreo mais eficiente na América do Sul.
Fonte: Agência Brasil






