
Existem dores que o processo não devolve.
Existem marcas que uma decisão tardia não consegue apagar.
A proteção às vítimas é indispensável.
Mas a Justiça também precisa enxergar cada caso com responsabilidade, profundidade e humanidade.
Violência doméstica não possui gênero exclusivo.
Possui sofrimento, trauma e consequências reais.
Quando alguém é tratado como culpado antes da verdade aparecer, o dano pode ser irreversível.
Justiça não pode ser pressa para condenar.
Nem demora para enxergar.






