
⚡ Em Resumo:
- O que é: Comissão da Alesc recebeu professor com TEA para discutir inclusão e políticas públicas voltadas às pessoas autistas.
- Números principais: Diagnóstico aos 38 anos; três livros apresentados; encontro realizado em alusão ao Dia do Orgulho Autista.
- Onde: Assembleia Legislativa de Santa Catarina (Alesc), em Florianópolis.
- Quem afeta: Pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA), familiares, educadores e gestores públicos.
Quem participou da reunião da Comissão da Pessoa com Deficiência da Alesc?
A Comissão dos Direitos da Pessoa com Deficiência da Assembleia Legislativa de Santa Catarina (Alesc) recebeu, na manhã desta terça-feira (7), o professor de História Endrio Cardoso Pereira para uma apresentação sobre o Transtorno do Espectro Autista (TEA).
O convite foi realizado em referência ao Dia do Orgulho Autista, celebrado em 18 de junho.
Qual foi a mensagem compartilhada pelo professor?
Natural do Rio Grande do Sul e morador de Santa Rosa do Sul há 31 anos, Endrio contou sua trajetória de vida e falou sobre o diagnóstico tardio de autismo, recebido aos 38 anos.
Durante o encontro, ele também apresentou três livros de sua autoria. Uma das obras reúne versos voltados à inclusão, abordando o autismo, os desafios enfrentados pelas pessoas com TEA e a necessidade de ampliar a conscientização e o respeito à diversidade.
Por que a inclusão foi destaque durante o encontro?
Os integrantes da comissão ressaltaram que iniciativas como essa ajudam a ampliar o conhecimento sobre o Transtorno do Espectro Autista e fortalecem a construção de políticas públicas voltadas à inclusão.
Em sua fala, Endrio destacou a importância de dar visibilidade às pessoas autistas e às suas famílias.
“Participar da reunião é uma oportunidade de dar voz às pessoas autistas e às suas famílias, além de reforçar a necessidade de leis que garantam a efetivação de direitos. Os avanços no diagnóstico têm permitido uma compreensão maior sobre o transtorno, mas o apoio do poder público continua sendo fundamental para assegurar acolhimento, acesso a serviços e melhores condições de vida para a comunidade autista”, afirmou.
O que representa o Dia do Orgulho Autista?
Celebrado em 18 de junho, o Dia do Orgulho Autista busca valorizar a neurodiversidade, promovendo o reconhecimento da identidade, das potencialidades e das características das pessoas autistas.
No Brasil, a data também reforça o combate ao preconceito, incentiva a inclusão social e amplia o debate sobre os direitos das pessoas com Transtorno do Espectro Autista.






