
⚡ Em Resumo:
- O que é: Reino Unido confirmou que continuará importando carnes brasileiras e não seguirá, por enquanto, a decisão da União Europeia.
- Números principais: Medida passa a valer após 3 de setembro, data prevista para as restrições da União Europeia.
- Onde: Comércio entre Brasil e Reino Unido.
- Quem afeta: Produtores rurais, frigoríficos, exportadores de carne e o agronegócio brasileiro.
O que decidiu o Reino Unido sobre a carne brasileira?
O Reino Unido decidiu manter as importações de carnes provenientes do Brasil e não adotará, neste momento, a mesma medida prevista pela União Europeia, que deve suspender as compras a partir de 3 de setembro.
A decisão representa um alívio para o setor exportador brasileiro, que acompanhava com preocupação a possibilidade de o mercado britânico seguir o posicionamento europeu.
Por que a União Europeia pretende suspender as importações?
A discussão envolve os controles sobre o uso de antimicrobianos na produção de carnes.
A União Europeia entende que os sistemas adotados pelo Brasil precisam atender às exigências do bloco em relação ao monitoramento e à utilização dessas substâncias durante o ciclo de produção animal.
Qual será o posicionamento do Reino Unido?
De acordo com um documento obtido pelo jornal Valor Econômico, a Associação Internacional de Comércio de Carne (IMTA) informou que representantes do Departamento de Meio Ambiente, Alimentação e Assuntos Rurais do Reino Unido (Defra) confirmaram que o país fará uma análise própria dos controles brasileiros.
Com isso, o governo britânico não adotará automaticamente as restrições previstas pela União Europeia e tomará sua decisão de forma independente.
O que a decisão representa para o agronegócio brasileiro?
A manutenção das compras pelo Reino Unido preserva um importante mercado para as exportações brasileiras de carne.
Além de reduzir os impactos imediatos para frigoríficos e produtores, a decisão reforça que o país britânico seguirá critérios próprios na avaliação das normas sanitárias brasileiras, sem vincular automaticamente sua política comercial às determinações da União Europeia.
Fonte: Globo Rural






