


A Polícia Militar de Santa Catarina (PMSC), por meio do Comando de Polícia Militar Ambiental (CPMA) e do 2º Batalhão de Polícia Militar Ambiental (2º BPMA), iniciou a Operação Piracema na área da Bacia Hidrográfica do Rio Uruguai.
A ação ocorre durante o período de defeso, quando espécies nativas realizam a migração reprodutiva. A operação começou em 1º de outubro e segue até 31 de janeiro de 2027.
Durante esse período, a fiscalização será reforçada nas regiões do Extremo-Oeste, Oeste, Meio-Oeste e Serra catarinense, com apoio da Brigada Militar do Rio Grande do Sul.
As equipes realizam patrulhamento terrestre e aquático, além do uso de drones para auxiliar na fiscalização. Também são desenvolvidas ações de orientação e conscientização sobre a importância da preservação dos recursos pesqueiros.
O que fica proibido durante a Piracema?
Conforme a regulamentação, a pesca de espécies nativas fica proibida nos locais abrangidos pela restrição quando realizada com determinados equipamentos e métodos. Entre eles estão molinetes, carretilhas, redes, tarrafas, espinhéis e embarcações motorizadas.
A legislação também estabelece regras específicas para modalidades de pesca amadora que permanecem permitidas durante o período, incluindo o uso de embarcação não motorizada e de vara, anzol ou linha de mão, desde que respeitadas as condições e os limites previstos.
Por que a Operação Piracema é realizada?
O período de defeso busca garantir que as espécies nativas possam realizar a migração e completar o ciclo reprodutivo sem a pressão da pesca irregular.
A medida contribui para a manutenção e a renovação dos estoques naturais de peixes e para a conservação dos recursos pesqueiros da Bacia Hidrográfica do Rio Uruguai.
Como denunciar pesca irregular?
A população pode colaborar com a fiscalização por meio de denúncias de pesca irregular. Os casos podem ser comunicados à Polícia Militar pelo telefone 190 ou pelo aplicativo PMSC Cidadão.











