
A retirada dos destroços do helicóptero que caiu na Serra Catarinense e matou o cantor sertanejo Rick e outras quatro pessoas ainda não começou. Segundo a JTA Empreendimentos e Urbanismo, empresa responsável pela aeronave, as condições climáticas e a dificuldade de acesso ao local impedem o início dos trabalhos.
A companhia informou que planeja realizar a operação em duas etapas: primeiro, a remoção dos dois motores Rolls-Royce do helicóptero Bell 430, de prefixo PP-MGR, e, posteriormente, a retirada da estrutura da aeronave.
Além da melhora do tempo, a empresa aguarda as autorizações necessárias para organizar a operação, considerada complexa.
Quando os destroços do helicóptero serão retirados?
Ainda não há uma data definida para a remoção. A JTA informou que a operação depende de condições meteorológicas favoráveis, devido às características do terreno e ao difícil acesso à região onde os destroços foram encontrados.
De acordo com o Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), após a conclusão dos trabalhos de investigação no local, a responsabilidade pela retirada dos destroços passa a ser do proprietário da aeronave, conforme as regras do Registro Aeronáutico Brasileiro.
Como será feita a retirada da aeronave?
A JTA prevê dividir os trabalhos em duas fases. A primeira será dedicada à remoção dos dois motores do Bell 430. Depois, será realizada a retirada da estrutura restante do helicóptero.
A operação exige planejamento e autorizações específicas, especialmente pelas condições de acesso ao ponto da queda.
Quem estava no helicóptero que caiu na Serra Catarinense?
O acidente ocorreu em 21 de setembro de 2026. A bordo estavam o cantor Rick, conhecido pela dupla com Renner, o empresário Bruno Avelar, o videomaker Paulo Soares e os pilotos Antonio Roberto Nobrega de Araujo e Leopoldo de Barros Teixeira.
As cinco pessoas morreram na queda.
O helicóptero havia decolado de Porto Belo, no Litoral de Santa Catarina, às 10h30, com previsão de pouso às 11h24. Segundo informações da Força Aérea Brasileira (FAB), a aeronave caiu cerca de um minuto após perder o sinal.
Os destroços e as vítimas foram localizados no dia 22 de setembro, após buscas realizadas por equipes de resgate.
O que já se sabe sobre as causas da queda?
As causas do acidente ainda não foram esclarecidas. A caixa-preta do helicóptero foi localizada em 23 de setembro e integra os materiais utilizados na investigação conduzida pelo Cenipa.
O trabalho busca reconstruir a dinâmica do voo e identificar os fatores que podem ter contribuído para a queda.
Durante entrevista à CNN, a tenente-coronel Heloísa Batista, do 5º Batalhão do Corpo de Bombeiros Militar de Santa Catarina, afirmou que a aeronave não emitiu sinais de alerta conhecidos antes do acidente.
Ela também informou que não houve explosão, fumaça ou incêndio no local da queda.
As informações sobre a previsão de retirada dos destroços foram divulgadas pela CNN Brasil, com base em posicionamento da empresa responsável pela aeronave.







