InícioSEGURANÇA PÚBLICASuspeito de ordenar extorsão por dívida de drogas é preso

Suspeito de ordenar extorsão por dívida de drogas é preso

Homem de 29 anos teria enviado dois indivíduos para cobrar R$ 3,1 mil de uma vítima em Tunápolis, no Extremo-Oeste de SC.

Foto: Divulgação/PCSC

Um homem de 29 anos foi preso pela Polícia Civil do Rio Grande do Sul na manhã desta sexta-feira (11), em Novo Hamburgo (RS), suspeito de ordenar uma extorsão relacionada a uma dívida de drogas em Tunápolis, no Extremo-Oeste de Santa Catarina.

A prisão foi realizada pela Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (DRACO), após troca de informações com a Delegacia de Polícia de Itapiranga, responsável pela investigação em Santa Catarina.

O caso começou a ser apurado após uma extorsão registrada em 26 de agosto. Na ocasião, dois homens foram presos em flagrante pela Polícia Militar em Tunápolis. Segundo a investigação, eles teriam sido enviados para cobrar de um usuário uma dívida de R$ 3.100 relacionada à compra de drogas, mediante ameaças de morte.

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Durante a abordagem, a vítima entregou R$ 1 mil aos cobradores. Em seguida, sob o pretexto de buscar o restante do dinheiro, foi até a Polícia Militar pedir ajuda. A situação terminou com a prisão em flagrante dos dois suspeitos.

No decorrer das diligências, a Polícia Civil de Santa Catarina reuniu elementos que apontaram que o homem preso nesta sexta-feira seria o responsável por ordenar a cobrança. Conforme a investigação, ele teria enviado os dois indivíduos até a residência da vítima e determinado que a dívida fosse cobrada “por bem ou por mal”.

Depois de ser localizado em Novo Hamburgo, o investigado passou a ser alvo da ação da Polícia Civil gaúcha, que cumpriu a ordem judicial de prisão.

Segundo a Polícia Civil, o homem já respondia a processos por tráfico de drogas e associação para o tráfico no Rio Grande do Sul. Ele também estava submetido ao monitoramento por tornozeleira eletrônica.

A ação contou com a integração entre as Polícias Civis de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul. As investigações sobre o caso continuam.

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