quarta-feira, julho 8, 2026
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Relato sobre autismo inspira debate na Comissão dos Direitos da Pessoa com Deficiência

Professor de Santa Rosa do Sul compartilhou sua trajetória de vida e falou sobre o diagnóstico tardio de autismo, recebido aos 38 anos

Foto: Daniel Conzi / Agência Alesc

⚡ Em Resumo:

  • O que é: Comissão da Alesc recebeu professor com TEA para discutir inclusão e políticas públicas voltadas às pessoas autistas.
  • Números principais: Diagnóstico aos 38 anos; três livros apresentados; encontro realizado em alusão ao Dia do Orgulho Autista.
  • Onde: Assembleia Legislativa de Santa Catarina (Alesc), em Florianópolis.
  • Quem afeta: Pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA), familiares, educadores e gestores públicos.

Quem participou da reunião da Comissão da Pessoa com Deficiência da Alesc?

A Comissão dos Direitos da Pessoa com Deficiência da Assembleia Legislativa de Santa Catarina (Alesc) recebeu, na manhã desta terça-feira (7), o professor de História Endrio Cardoso Pereira para uma apresentação sobre o Transtorno do Espectro Autista (TEA).

O convite foi realizado em referência ao Dia do Orgulho Autista, celebrado em 18 de junho.

Qual foi a mensagem compartilhada pelo professor?

Natural do Rio Grande do Sul e morador de Santa Rosa do Sul há 31 anos, Endrio contou sua trajetória de vida e falou sobre o diagnóstico tardio de autismo, recebido aos 38 anos.

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Durante o encontro, ele também apresentou três livros de sua autoria. Uma das obras reúne versos voltados à inclusão, abordando o autismo, os desafios enfrentados pelas pessoas com TEA e a necessidade de ampliar a conscientização e o respeito à diversidade.

Por que a inclusão foi destaque durante o encontro?

Os integrantes da comissão ressaltaram que iniciativas como essa ajudam a ampliar o conhecimento sobre o Transtorno do Espectro Autista e fortalecem a construção de políticas públicas voltadas à inclusão.

Em sua fala, Endrio destacou a importância de dar visibilidade às pessoas autistas e às suas famílias.

“Participar da reunião é uma oportunidade de dar voz às pessoas autistas e às suas famílias, além de reforçar a necessidade de leis que garantam a efetivação de direitos. Os avanços no diagnóstico têm permitido uma compreensão maior sobre o transtorno, mas o apoio do poder público continua sendo fundamental para assegurar acolhimento, acesso a serviços e melhores condições de vida para a comunidade autista”, afirmou.

O que representa o Dia do Orgulho Autista?

Celebrado em 18 de junho, o Dia do Orgulho Autista busca valorizar a neurodiversidade, promovendo o reconhecimento da identidade, das potencialidades e das características das pessoas autistas.

No Brasil, a data também reforça o combate ao preconceito, incentiva a inclusão social e amplia o debate sobre os direitos das pessoas com Transtorno do Espectro Autista.

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