
⚡ Em Resumo:
- O que é: Relatório da Polícia Rodoviária Federal identifica falhas em trechos recuperados das BR-163 e BR-282.
- Números principais: Pelo menos 18 pontos com defeitos no pavimento da BR-163 e problemas de sinalização nas duas rodovias.
- Onde: BR-163, entre Guaraciaba e Barra Bonita, e BR-282, incluindo a ponte sobre o Rio das Antas, no Extremo Oeste de Santa Catarina.
- Quem afeta: Motoristas que utilizam as rodovias, DNIT e empresa responsável pelas obras.
O que a Polícia Rodoviária Federal encontrou nas rodovias?
Um relatório da Polícia Rodoviária Federal (PRF), obtido pelo Grupo WH Comunicações, aponta uma série de falhas em trechos das BR-163 e BR-282 que receberam obras de recuperação recentemente no Extremo Oeste de Santa Catarina.
Segundo o documento, as irregularidades podem comprometer a segurança dos usuários, principalmente durante a noite e em períodos de chuva ou neblina, comuns na região.
Quais problemas foram identificados?
Entre as principais situações apontadas pela PRF estão a baixa visibilidade da sinalização horizontal, a ausência de tachas refletivas em diversos pontos e o surgimento de buracos em trechos recém-recapeados.
Na BR-282, um dos locais citados é a ponte sobre o Rio das Antas. Já na BR-163, o relatório registra pelo menos 18 pontos com defeitos no pavimento entre os municípios de Guaraciaba e Barra Bonita.
O que a PRF pediu ao DNIT?
A Polícia Rodoviária Federal encaminhou o relatório solicitando que o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) e a empresa responsável pelas obras adotem medidas para corrigir os problemas identificados.
Entre as recomendações estão o reforço da sinalização, a recuperação dos trechos com defeitos e o monitoramento permanente das condições das rodovias para reduzir os riscos aos motoristas.
Quais podem ser os próximos passos?
De acordo com a PRF, caso as irregularidades não sejam solucionadas e os riscos à segurança permaneçam, poderão ser adotadas medidas institucionais, incluindo eventual atuação conjunta com o Ministério Público Federal.
A reportagem procurou o DNIT e o Ministério Público Federal para comentar o conteúdo do relatório. Até a publicação desta matéria, os órgãos não haviam se manifestado.
Fonte: WH Comunicações











