terça-feira, maio 12, 2026
InícioSanta CatarinaRenda do catarinense é 15% superior à média nacional 

Renda do catarinense é 15% superior à média nacional 

Valor médio em SC saltou de R$ 3.587 para R$ 3.900, conforme o IBGE. Rendimento supera média nacional de R$ 3.367

Foto: Ricardo Wolffenbuttel/Arquivo/SecomGOVSC

O rendimento médio do catarinense saltou de R$ 3.587 para R$ 3.900 na passagem de 2024 para 2025, conforme o IBGE. Isso representa um crescimento de 8,7%, ou R$ 313 no período. A renda média do catarinense é, portanto, 15,8% superior à média nacional, de R$ 3.367, o que reforça a pujança da economia catarinense.

Para o governador Jorginho Mello, o dado é reflexo de uma gestão que prioriza o empreendedorismo assim como a geração de oportunidades. “Em Santa Catarina, o trabalho é valorizado. O aumento do rendimento mostra que estamos no caminho certo: menos burocracia, sem aumento de impostos e mais apoio a quem produz. O dinheiro está no bolso do trabalhador porque nossa economia está forte, gerando emprego de qualidade e remuneração justa”, declarou o governador.

Com esse resultado, Santa Catarina se manteve com a quarta maior renda média do país, ficando atrás apenas do Distrito Federal, São Paulo e Rio de Janeiro. Veja o ranking completo ao final da matéria.

- Continua após o anúncio -

Geração de empregos e menor taxa de desocupação

O crescimento da renda acompanha o bom momento do mercado de trabalho catarinense. Em 2026, o estado já acumula a abertura de mais de 59 mil novas vagas de emprego formal, segundo o Caged, mantendo a taxa de desocupação em apenas 2,2%. Ou seja, a menor do Brasil e bem abaixo da média nacional de 5,1%.

O secretário de Estado de Indústria, Comércio e Serviços, Edgard Usuy, destacou o papel do setor produtivo nesse avanço. “Quando o trabalhador ganha mais, a economia inteira se movimenta. E isso só é possível porque Santa Catarina tem um dos ambientes de negócios mais favoráveis do país. Por determinação do governador Jorginho Mello, estamos incentivando a indústria, o comércio e os serviços, e o resultado aparece no bolso do catarinense. Rende mais, consome mais e cresce mais”, afirmou Usuy.

Empreendedorismo e abertura de empresas em alta

Outro fator que explica o aumento da renda média é o ecossistema empreendedor do estado. Santa Catarina segue entre os líderes nacionais na abertura de novos negócios. Em 2025, foram registradas, por exemplo, mais de 140 mil novas empresas no estado, com tempo médio de abertura inferior a 24 horas. O resultado ocorre não apenas pela desburocratização promovida pela Junta Comercial de Santa Catarina (Jucesc), mas também pela modernização de leis de desenvolvimento econômico.

“O ambiente favorável estimula o trabalhador a migrar da informalidade para o empreendedorismo formal ou complementar a renda com seu próprio negócio. Ou seja, elevando a média geral dos rendimentos”, acrescenta o secretário Edgard Usuy.

Condições econômicas favoráveis

Santa Catarina combina forte investimento público em infraestrutura com qualificação profissional. A expansão sobretudo nos setores de tecnologia, agronegócio, construção civil e comércio exterior tem puxado a demanda por mão de obra especializada, pressionando os salários para cima.

Com o crescimento da renda bem como a manutenção do ritmo de geração de empregos, o Governo do Estado investe em programas de qualificação como o Universidade Gratuita, o CaTec e o SCTEC. Além disso, programas como o Pronampe SC e o Juro Zero fortalecem as micro e pequenas empresas, que respondem pela maior parte dos postos de trabalho no estado.

Ranking dos estados – Rendimento médio 2025 (IBGE)

1º Distrito Federal: R$ 6.492
2º São Paulo: R$ 4.106
3º Rio de Janeiro: R$ 4.039
4º Santa Catarina: R$ 3.900
5º Paraná: R$ 3.852
6º Rio Grande do Sul: R$ 3.836
7º Mato Grosso do Sul: R$ 3.564
8º Goiás: R$ 3.539
9º Mato Grosso: R$ 3.473
10º Espírito Santo: R$ 3.320
11º Minas Gerais: R$ 3.270
12º Roraima: R$ 3.183
13º Rondônia: R$ 3.080
14º Tocantins: R$ 2.984
15º Amapá: R$ 2.857
16º Rio Grande do Norte: R$ 2.731
17º Sergipe: R$ 2.591
18º Amazonas: R$ 2.527
19º Acre: R$ 2.438
20º Pernambuco: R$ 2.430
21º Paraíba: R$ 2.372
22º Piauí: R$ 2.361
23º Pará: R$ 2.347
24º Alagoas: R$ 2.281
25º Ceará: R$ 2.179
26º Bahia: R$ 2.162
27º Maranhão: R$ 2.043

Por ASCOM

Publicidade

Notícias relacionadas

SIGA O CLICRDC

147,000SeguidoresCurtir
120,000SeguidoresSeguir
13,000InscritosInscreva-se

Participe do Grupo no Whatsapp do ClicRDC e receba as principais notícias da nossa região.

*Ao entrar você está ciente e de acordo com todos os termos de uso e privacidade do WhatsApp