Uma decisão do STF reacendeu um debate importante: o chamado “mínimo existencial” foi mantido em R$600 em casos de superendividamento.
Na prática, esse valor deveria garantir o básico antes do pagamento de dívidas. Mas será que é suficiente para cobrir alimentação, saúde e moradia?
🤔 Enquanto isso, quanto menor o valor protegido, maior a fatia da renda comprometida com bancos.
E o impacto vai além: menos dinheiro circulando, menos consumo no comércio local e mais famílias pressionadas financeiramente.
💬 A discussão não é sobre não pagar dívidas — é sobre pagar sem abrir mão da dignidade.
⚖ Direito do Consumidor com Dr. Vinicius Antohaki
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E você, o que acha? Dá pra viver com R$600 hoje?






