
O município de Chapecó encerrou 2025 com um superávit de R$ 90 milhões e se consolidou como uma das cidades com maior sustentabilidade fiscal do país, mesmo com um elevado volume de obras em andamento.
De acordo com o ranking do Centro de Liderança Pública, Chapecó já havia se destacado anteriormente como a melhor cidade do Sul e a 21ª do Brasil entre municípios com mais de 100 mil habitantes no quesito sustentabilidade fiscal.
Segundo o secretário de Desenvolvimento Econômico, Turismo e Inovação, Márcio Paixão Rodrigues, o resultado reflete uma gestão equilibrada, baseada em quatro pilares: dependência de recursos externos, taxa de investimento, despesas com pessoal e nível de endividamento.
“O índice mostra que Chapecó tem uma gestão responsável, com equilíbrio entre arrecadar e investir. Isso gera confiança, atrai investimentos, gera empregos e desenvolvimento econômico”, destacou.

O secretário da Fazenda, Moacir Rohr, ressaltou que o município registra superávit desde 2021, o que garantiu a classificação máxima (CAPAG A) pela Secretaria do Tesouro Nacional.
De acordo com os dados apresentados, as despesas correntes representam 84,44% da receita líquida, permitindo cerca de 15% de investimento em obras. Já os gastos com pessoal estão em 45,63%, abaixo do limite legal de 53%, enquanto a dívida corresponde a 29,58% da receita — bem inferior ao teto de 120%.
O prefeito Valmor Scolari afirmou que o resultado é fruto de políticas voltadas ao incentivo ao empreendedorismo e à atração de investimentos.
“A Prefeitura incentiva o empreendedorismo, desburocratiza, atrai investimentos, estimula a geração de empregos e gera receita, permitindo novos investimentos e crescimento econômico sustentável”, afirmou.






