
O Ministério Público de Santa Catarina instaurou um inquérito civil para investigar a conduta do delegado-geral da Polícia Civil, Ulisses Gabriel, no caso que envolve a morte do cão conhecido como “Orelha”.
A investigação foi formalizada pela 40ª Promotoria de Justiça, responsável pelo controle externo da atividade policial, e tem como objetivo apurar possíveis irregularidades, como abuso de autoridade, vazamento de informações sigilosas e improbidade administrativa.
O caso está relacionado a ocorrências envolvendo cães na região da Praia Brava, em Florianópolis, e ganhou repercussão após a morte do animal.
De acordo com o Ministério Público, o delegado terá um prazo de 15 dias para se manifestar sobre o material reunido e as considerações jurídicas apresentadas. Após esse período, serão definidos os próximos encaminhamentos do caso.
A apuração teve início com um Procedimento Preparatório, que evoluiu para inquérito civil após análise das informações coletadas.
Em manifestações anteriores, Ulisses Gabriel afirmou estar “absolutamente tranquilo” em relação às investigações e declarou estar à disposição para prestar esclarecimentos. O delegado também mencionou a existência de representações contra a Polícia Civil, que, segundo ele, teriam motivações políticas e ideológicas.







