Sudeste lidera produção de frutas e hortaliças no Brasil 1

O Sudeste produz 40,87% das frutas e hortaliças do País, aponta estudo divulgado ontem (22) pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA). E, dentro do Sudeste, a mesorregião com maior concentração deste tipo de cultivo é Bauru, no Estado de São Paulo, com 5,36% da produção nacional, com destaque para a laranja. Em seguida vem a mesorregião de Campinas, também em São Paulo, com 4,38% – igualmente, com destaque para a laranja, além do tomate.
O segundo posto na produção de frutas e hortaliças no Brasil é ocupado pelo Nordeste, com 21,58% de participação, diz nota da CNA. Em seguida, vêm Sul (17,33%); Norte (14,46%) e Centro-Oeste (5,76%). A CNA informa que as culturas selecionadas para o levantamento das informações foram laranja, abacaxi, banana, goiaba, mamão, melancia, açaí, manga, cacau, tomate, uva, limão, melão, morango, coco-da-baía, maracujá, graviola, maçã, pêssego, cupuaçu, abacate, guaraná, mandioca, alface, batata-doce, cebola, batata-inglesa, alho e cenoura.
Sudeste lidera produção de frutas e hortaliças no Brasil 2
O estudo traz recortes por produtos também e aponta que o País é o terceiro maior produtor de frutas, mas menos de 3% da produção é exportada. “Apesar de o volume ainda ser incipiente, algumas frutas já conquistaram mercados importantes”, diz a CNA. “Um exemplo é a manga, fruta com maior receita na exportação e que em 2020 alcançou US$ 247 milhões, sendo a Holanda o principal comprador (41,9%).”
O melão e a uva também se destacam no mercado externo. A receita das exportações atingiu US$ 147 milhões e US$ 108 milhões, respectivamente em 2020, com destaque também para o mercado holandês. Além das frutas frescas ou secas, o Brasil exporta suco de laranja, sendo o maior produtor e exportador mundial. Em 2020, o país faturou US$ 1,4 bilhão.
Derrubada do embargo chinês tem retomada tímida nos preços
Ainda que o setor pecuário nacional esteja bastante otimista com a retomada dos envios de carne bovina à China, os preços do boi gordo e da proteína registraram apenas pequenas oscilações ao longo da última semana – cenário que, inclusive, já vinha sendo verificado antes do anúncio da retomada das exportações ao destino asiático. No campo, segundo colaboradores do Cepea, muitos pecuaristas passaram a restringir a oferta de gado pronto para abate, favorecidos pela melhora dos pastos – devido às recentes chuvas – e à espera de reações nos preços do animal. Além disso, por questões fiscais, produtores geralmente se afastam do mercado spot nacional neste período, indicando voltar a negociar apenas no início de 2022. Assim, no acumulado da parcial deste mês (entre 30 de novembro e 21 de dezembro), o Indicador do boi gordo CEPEA/B3 (estado de São Paulo, à vista) acumula pequena alta de 1,69%, fechando a R$ 327,75 na última terça-feira. Para a carne negociada no mercado atacadista, valorizações mais intensas têm sido limitadas pelos elevados preços da proteína no varejo e pela maior competitividade das concorrentes (carnes suína e de frango), especialmente diante do baixo poder de compra da maior parte da população. (Fonte: Cepea).
Caibi participa de Prêmio do SEBRAE com foco em propriedades leiteiras
Agronegócio, comércio, saúde e prestação de serviço são os setores econômicos beneficiados por projeto da Administração Municipal de Caibi. A proposta denominada “Programa de Certificação e Saneamento de Propriedades Leiteiras” foi inscrita na categoria Inovação e Sustentabilidade da XI edição do Prêmio Sebrae Prefeito Empreendedor. O reconhecimento que terá etapas estadual e nacional será concedido em 2022 aos prefeitos que tenham implementado projetos com resultados mensuráveis e comprovados de estímulo à formalização, ao desenvolvimento e à competitividade dos pequenos negócios, com base na Lei Geral da Micro e Pequena Empresa, na Lei da Liberdade Econômica e nos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS), contribuindo de forma efetiva para o crescimento econômico, ambiental e social do município. O projeto beneficiou 69 propriedades rurais do município com assistência técnica de qualidade, cursos/treinamentos e melhoria aos acessos das propriedades. O objetivo principal é promover a sanidade animal, a saúde humana e a qualidade dos produtos.
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Cotações
Dólar: R$ 5,65
Saca da soja: R$ 171,66
Saca de milho: R$ 88,69
Arroba do boi: R$ 308,50
Litro do leite: R$ 2,28

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