
5G no Agro
Consulta veterinária digitalizada, sistemas embarcados em máquinas agrícolas, internet das coisas para a tomada de decisões e centro de soluções com conexões entre máquinas formam as estações técnicas com demonstrações de experiência da tecnologia de internet 5G para o agronegócio. As soluções inovadoras foram apresentadas no lançamento da antena 5G no espaço de Vitrine de Tecnologias da Embrapa Soja, em Londrina (PR), Na última quinta-feira (12).
A agenda na cidade, considerada Polo de Inovação Agro pelo Ministério da Agricultura, é a primeira demonstração de 5G para o agro que salienta o potencial das Agtechs e do desenvolvimento de novos produtos, serviços, processos em sinergia com o campo e com o potencial de transmissão e armazenamento de dados que a tecnologia disponibiliza.
Em parceria com o Ministério das Comunicações, serão instaladas antenas de conexão 5G como pilotos para o leilão da tecnologia, que acontece ainda este ano no Brasil. Assim, para o Agro, os projetos demonstrativos são conduzidos em cidades selecionadas pela referência de suas instituições de pesquisa agropecuária e universidades e pelo potencial de gerar mais tecnologias a partir da sinergia nos ecossistemas e arranjos regionais.
Morcegos no Interior de Chapecó 1
A equipe de controle da raiva dos herbívoros da Cidasc de Chapecó realizou, no dia 9 de agosto, um atendimento a notificação de mordeduras por morcegos hematófagos em dois equinos e um suíno na região de Rodeio de Erval.
Com uma Equipe Técnica formada por médicos veterinários e técnico agrícola localizaram o abrigo nas imediações da propriedade, em ponto de difícil acesso. Foi realizada a ação de controle populacional dos morcegos, com a aplicação de redes de neblina no entorno dos currais. Na ação, foram capturados 23 morcegos da espécie Desmodus rotundus no abrigo, algo inédito na localidade, e um morcego não hematófago nos currais, que foi libertado.
Morcegos no Interior de Chapecó 2
O morcego hematófago da espécie Desmodus Rotundus é responsável pela transmissão da raiva para herbívoros. As espécies de morcegos hematófagos e não hematófagos são protegidos por lei e seu manejo e controle caracteriza crime ambiental. Por isso, somente profissionais capacitados, do serviço veterinário oficial, podem intervir em colônias de morcegos em área de risco para a raiva, porque são capazes de diferenciar as espécies de morcegos em um abrigo.
O animal doente elimina o vírus da raiva pela saliva, por isso não devemos colocar a mão na boca de cavalos ou bovinos que estejam com dificuldade de locomoção e/ou salivação intensa. Usualmente, a doença é transmitida através da mordida do animal infectado, mas o simples contato entre saliva e feridas abertas, mucosas e arranhões também propaga o vírus.
2ª Misosul
O prazo final para envio de trabalhos para a 2ª Misosul (Reunião Técnica Sul-Brasileira de Pesquisa de Milho e Sorgo) encerra dia 25 de agosto. O evento será realizado de 28 a 30 de setembro, gratuito e on-line, sediado na cidade de Pato Branco/PR. Este ano o tema central é “Resiliência do milho e sorgo frente aos estresses bióticos e abióticos”. A Misosul tem como objetivo discutir os aspectos da situação atual, perspectivas, tecnologias existentes e suas aplicações e novas possibilidades para o desenvolvimento das culturas do milho e do sorgo nos três estados do Sul.
Dentre os temas a serem discutidos estão o cenário do milho nos estados do Sul, cenário do milho e sorgo frente à pandemia, controle da cigarrinha do milho, quebra de rendimentos em culturas frente aos fatores climáticos, dentre outros. A Misosul tem a Epagri como uma das organizadoras, ao lado de instituições do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Mais informações estão disponíveis no site www.abms.org.br/misosul.






