O Comitê de Enfrentamento ao Covid-19 de Chapecó (SC) esteve reunido na tarde desta sexta-feira (08), na sala de reuniões da prefeitura, onde avaliou como positiva a situação atual de ocupação hospitalar, em relação ao final do ano passado.
O diretor do Hospital Regional do Oeste (HRO), Osmar de Oliveira disse que ficou cerca de 40 dias com os 35 leitos de UTI ocupados e na tarde desta sexta-feira estavam ocupados 30 leitos, sendo que sobram cinco leitos, o que dá uma ocupação de 86%. A enfermaria também tem leitos sobrando.
“Nós temos o melhor cenário desde o final de novembro do ano passado”, disse o diretor do HRO.
No Hospital da Unimed a ocupação é de 43% da UTI, com seis pacientes, e 31% da enfermaria, com 11 pacientes. Segundo o presidente da cooperativa médica, José Pegoraro Foresti, o quadro é de estabilidade. A médica Caroline Ponzi também relatou que os atendimentos de suspeita de Covid, que eram de 105 a 110 por dia, caíram para 75, 76, nos últimos dias.
Nas unidades municipais também houve redução de atendimentos, segundo a secretaria de Saúde. Diante do quadro positivo, o prefeito João Rodrigues disse que mantém o decreto municipal, assinado na quarta-feira.
“Recomendamos que a população e os proprietários dos estabelecimentos comerciais sigam as regras de prevenção ao Covid”, disse o prefeito.
Chapecó espera receber a vacina do Governo Federal até o final do mês. Por outro lado, o poder público municipal também está em contato com um fornecedor da vacina russa Sputnik . O município já tem 30 mil seringas e possibilidade de comprar mais 300 mil unidades.
O secretário de Saúde, Luiz Carlos Balsan, disse que o município está preparado com as salas de vacinação das unidades de saúde e também com a central de armazenamento de vacinas.
Durante a reunião, a secretária de Educação, Astrit Tozzo, disse que a primeira data para início das aulas é 18 de fevereiro, juntamente com o calendário estadual. Mas não está descartado um adiamento para primeiro de março, dependendo do quadro da pandemia.
Os professores de grupos de risco trabalharão em formato de “home office”.









