Protesto a favor de melhorias na BR-282 é realizado neste sábado, no Oeste de SC


Imagem: Divulgação / Redes Sociais

Neste sábado (11), acontece um protesto às margens da BR-282, em Pinhalzinho (SC), no Oeste catarinense – próximo a empresa Ceraça. A mobilização é para reivindicar a recuperação total da pista, que está bastante danificada no Oeste catarinense. Manifestantes de
Saudades (SC), Pinhalzinho (SC), Nova Erechim (SC), Nova Itaberaba (SC), Sul Brasil (SC), Serra Alta (SC), Modelo (SC), entre outros, irão realizar panfletagem no local, mas não há pontos de bloqueio de pista. O ato iniciou por volta das 14h.

Segundo informações da comissão organizadora do protesto, a rodovia é um importante canal de escoamento de produção da região. Devido as péssimas condições da pista, lideranças de Pinhalzinho e Nova Erechim idealizaram o protesto que é apartidário e será pacífico.

Durante a ação faixas e cruzes estão sendo expostas para simbolizar as vidas perdidas no trânsito. Também serão feitos pronunciamentos e um documento será elaborado para ser entregue ao Ministério dos Transportes.

Segundo os organizadores, a Polícia Militar e a Polícia Rodoviária Federal (PRF) devem estar presentes para auxiliar na segurança e na orientação da população.

Perigo

Conforme a comissão, um levantamento realizado pela Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina (FIESC), apontou que o trajeto entre Chapecó e São Miguel do Oeste é considerado um dos mais perigosos e com pavimento mais prejudicado, ao longo da extensão da via.

Entre os anos de 2018 e 2019, investimentos por parte do Governo Federal foram anunciados e parte das obras foram executadas. Em pouco tempo, as melhorias ficaram inconclusas, deixado o trânsito ainda mais inseguro, com a extinção de acostamentos ou taludes próximos a pista. Sem contar nos inúmeros buracos no asfalto, especialmente no trajeto entre os municípios de Pinhalzinho e Nova Erechim. Neste intervalo de dez quilômetros há trechos com desníveis consideráveis e a cada chuva, apesar dos esforços seguidos de recuperação paliativa, a insegurança permanece”, informaram os organizadores

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