Deputado muda projeto que proibia radares móveis nas rodovias de SC - ClicRDC | Notícias de Chapecó e do mundo

Deputado muda projeto que proibia radares móveis nas rodovias de SC

Após a reunião ficou definido que será feito um substitutivo do projeto que já deu entrada na Alesc , na semana passada.


Deputado Valdir Cobalchini e Evaldo Hoffmann, comandante da PRE – Foto: Assessoria

Com apoio da Polícia Rodoviária Estadual, o texto do projeto de lei, apresentado pelo deputado Valdir Cobalchini (MDB), visando a fiscalização preventiva nas rodovias estaduais passará por ajustes. Em reunião, na quinta-feira, 14, em Florianópolis, com o comandante  da PRE, Evaldo Hoffmann, foi definido que o projeto vai disciplinar o uso dos radares móveis, que poderão ser utilizados somente em locais de ampla visão do motorista, com cones, e em pontos com estudos previamente realizados. E em alguns casos será feito o uso de lombadas eletrônicas.

“O debate da proposta tem sido fundamental. Junto com a Polícia Rodoviária Estadual vamos ajustar a redação do projeto, garantindo que a fiscalização, que é feita nas rodovias estaduais, tenha por objetivos principais a prevenção e educação, e não a arrecadação financeira”, destacou o deputado.

Segundo o comandante da Polícia Rodoviária Estadual, a PRE está aberta ao diálogo e vai auxiliar nos ajustes da redação do projeto. “Essa fiscalização com radares móveis não pode ser feita de forma velada. Desde que assumi o comando, isso é proibido, e quem o fizer será punido no rigor da Lei. Hoje tivemos uma importante reunião com o deputado, onde definimos que a quatro mãos vamos construir o projeto para que seja excelente para a sociedade catarinense”, afirmou Hoffmann.

Após a reunião ficou definido que será feito um substitutivo do projeto que já deu entrada na Alesc , na semana passada. “Não sou contra a fiscalização por excesso de velocidade nas rodovias estaduais. Devemos sim fiscalizar, orientar e educar no trânsito. Esse é o debate proposto e hoje tivemos um avanço importante nesse sentido”, ressalta Cobalchini.


Por Sabryna Sartott, Comunicação Deputado

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