sábado, fevereiro 21, 2026
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VÍDEO: Funcionário é preso suspeito de desviar R$ 2 milhões em eletrodomésticos

Investigação aponta que produtos eram retirados da fábrica e armazenados em galpão para venda em plataformas digitais

Foto: Reprodução

Um funcionário da empresa Britânia foi preso em Joinville, no Norte de Santa Catarina, suspeito de desviar cerca de R$ 2 milhões em eletrodomésticos. A prisão ocorreu após investigação interna da empresa e ação da Polícia Civil, que recuperou mais de mil produtos armazenados em um galpão.

De acordo com as informações apuradas pelo Jornal Razão, o colaborador realizava reservas frequentes de um veículo de uso coletivo da empresa e carregava produtos acabados na unidade industrial localizada no bairro Pirabeiraba. As notas fiscais indicavam como destino o centro de distribuição da própria companhia, mas os itens não chegavam ao local informado.

Diante das suspeitas, a empresa instalou um dispositivo de rastreamento no veículo utilizado pelo funcionário. O monitoramento apontou que, após sair da fábrica, o carro seguia para uma empresa de self storage no bairro Costa e Silva, onde os produtos eram armazenados.

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A função exercida pelo investigado não incluía a retirada ou o transporte de mercadorias finalizadas, nem havia autorização formal para esse tipo de movimentação. Entre os itens desviados estavam aspiradores de pó, bebedouros, ventiladores, batedeiras e peças de reposição, todos prontos para comercialização.

A investigação também identificou que os produtos eram anunciados em plataformas de venda online, como Mercado Livre, OLX e Facebook Marketplace. Foram localizadas contas associadas ao investigado e a familiares. Somente em uma das plataformas, foram identificadas aproximadamente 10 mil vendas vinculadas aos perfis analisados.

Durante a operação, a Polícia Civil apreendeu mais de mil eletrodomésticos, avaliados em cerca de R$ 2 milhões, armazenados em um galpão alugado. Segundo a corporação, os produtos eram comercializados por valores abaixo do mercado. Há indícios de que o esquema estivesse em funcionamento há cerca de quatro anos.

A Polícia Civil informou que outras pessoas foram identificadas e que as investigações continuam para apurar o prejuízo total e eventuais responsabilidades. Os produtos apreendidos deverão ser devolvidos à empresa.

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