sábado, maio 9, 2026
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Santa Catarina confirma primeiro caso de hantavírus em 2026

Paciente é de Seara; Secretaria de Estado da Saúde reforça que caso não tem relação com mortes investigadas em cruzeiro internacional

Foto: Reprodução Redes Sociais

Santa Catarina confirmou o primeiro caso de hantavírus de 2026. A informação foi divulgada nesta sexta-feira (8) pela Secretaria de Estado da Saúde (SES). O registro ocorreu no município de Seara, no Oeste catarinense. Até o momento, detalhes sobre o estado de saúde do paciente não foram informados.

De acordo com a SES, o caso identificado no Estado não possui qualquer relação com a linhagem do vírus investigada após três mortes suspeitas registradas em um cruzeiro que saiu da Argentina com destino a Cabo Verde, no início de abril.

Segundo a pasta, a variante detectada em Santa Catarina apresenta transmissão associada ao contato com secreções e excretas de roedores silvestres infectados. Já a linhagem relacionada ao episódio internacional possui características distintas, com possibilidade de transmissão entre pessoas.

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A Diretoria de Vigilância Epidemiológica (Dive) explicou que a hantavirose é uma síndrome febril aguda, com sintomas iniciais que podem ser confundidos com outras doenças virais. Entre os principais sinais estão febre, dores musculares, dores nas articulações, dor de cabeça, dores lombares e abdominais, além de sintomas gastrointestinais.

A transmissão da doença ocorre, principalmente, pela inalação de partículas contaminadas presentes no ar. Isso acontece quando urina, fezes ou saliva de roedores silvestres infectados secam e liberam aerossóis que, ao serem inalados por humanos, podem provocar a infecção.

As autoridades de saúde orientam a população a redobrar os cuidados, especialmente em locais fechados por longos períodos, como galpões, depósitos e áreas rurais. A recomendação é ventilar bem os ambientes antes da limpeza e utilizar equipamentos de proteção ao manusear locais com possível presença de roedores.

A SES segue monitorando a situação e reforça a importância de procurar atendimento médico diante de sintomas suspeitos, especialmente em casos de exposição a ambientes de risco.

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