




A Polícia Civil de Santa Catarina concluiu o inquérito que investigou o desaparecimento e homicídio de Raunan Almeida, de 18 anos, em Concórdia, no Oeste do estado. Ao todo, 11 pessoas foram indiciadas pelos crimes.
De acordo com a Delegacia de Investigação Criminal (DIC), responsável pelo caso, 10 suspeitos já estão presos temporariamente em decorrência das operações realizadas durante a apuração. Um dos envolvidos segue foragido, e as buscas continuam para o cumprimento do mandado de prisão.
As investigações apontaram que o jovem desapareceu no início de fevereiro de 2026, após ser atraído até uma residência em Concórdia. No local, ele foi mantido em cárcere privado e submetido a agressões físicas.
Ainda conforme a polícia, o crime teria sido motivado por desentendimentos ligados ao tráfico de drogas.
Após o período em cativeiro, a vítima foi levada até o município de Marcelino Ramos, no Rio Grande do Sul, onde foi executada em uma área de mata. O corpo foi localizado dias depois, com sinais de violência e tentativa de ocultação.
Com base nas provas reunidas ao longo da investigação, os suspeitos foram indiciados por homicídio qualificado, tortura, sequestro e cárcere privado, ocultação de cadáver e porte ilegal de arma de fogo.
A operação contou com a integração de diversas forças de segurança, incluindo unidades da Polícia Civil da região, o 20º Batalhão de Polícia Militar de Fronteira e a Polícia Militar do Rio Grande do Sul.
O caso é considerado de alta complexidade e segue com desdobramentos na Justiça.













