quarta-feira, março 11, 2026
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Operação da Polícia Federal mira grupo suspeito de aplicar golpes bancários por SMS

Investigação começou após cliente de Joinville perder quase R$ 30 mil em saque fraudulento realizado por criminosos

Foto: Divulgação | PF

A Polícia Federal deflagrou nesta quarta-feira (11) a Operação Phishing para desarticular uma associação criminosa especializada em fraudes bancárias eletrônicas contra clientes da Caixa Econômica Federal. A investigação revelou que o grupo aplicava golpes por meio de mensagens de celular enviadas às vítimas.

Durante a operação, policiais federais cumpriram mandados de busca e apreensão em cinco endereços ligados aos investigados. As ações ocorreram em quatro locais no estado de São Paulo e um em Pernambuco.

A investigação começou após um correntista da cidade de Joinville sofrer um saque fraudulento de R$ 29.888,80 em sua conta bancária. A partir do caso, os agentes identificaram que os criminosos utilizavam a técnica conhecida como Phishing via SMS.

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Segundo a Polícia Federal, o grupo enviava mensagens que imitavam comunicações oficiais da instituição bancária. Ao acessar os links enviados, as vítimas eram induzidas a informar dados de acesso ao aplicativo bancário, o que permitia aos criminosos invadir as contas e movimentar os valores rapidamente.

Após obter as credenciais, o dinheiro era transferido e fracionado em diversas transações via PIX para diferentes contas intermediárias. Em seguida, os valores eram pulverizados para dificultar o rastreamento pelas autoridades.

Com o auxílio de análises de inteligência e perícia, a Polícia Federal conseguiu mapear o fluxo financeiro e identificar beneficiários do esquema criminoso. As investigações também apontaram que o grupo possuía uma estrutura organizada, com divisão de tarefas entre os integrantes que atuavam em diferentes estados do país.

Além dos mandados de busca e apreensão, a Justiça determinou o bloqueio de ativos financeiros dos principais investigados e a quebra de sigilo de dados telemáticos para aprofundar as apurações.

Os suspeitos poderão responder pelos crimes de fraude eletrônica e associação criminosa.

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