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Farmacêutica é agredida com monitor dentro de farmácia municipal no Oeste de SC

Segundo a Prefeitura de Coronel Freitas, homem ficou irritado após ter pedido de retirada antecipada de medicamentos controlados negado e também danificou equipamentos públicos


Uma farmacêutica servidora pública foi agredida na manhã de segunda-feira (26), dentro da Farmácia Municipal de Coronel Freitas, no Oeste de Santa Catarina. Segundo a Prefeitura, o homem envolvido no caso quebrou equipamentos públicos e arremessou um monitor contra a profissional após ser informado de que não poderia retirar mais medicamentos naquele momento.

A Polícia Militar foi acionada. Em nota de repúdio, o Município de Coronel Freitas condenou a agressão e informou que tomou as providências legais cabíveis para buscar a responsabilização do autor.

Por que o homem agrediu a farmacêutica em Coronel Freitas?

De acordo com a Prefeitura, o episódio começou quando o cidadão exigiu a retirada antecipada de medicamentos controlados. O pedido foi negado porque, conforme o município, o paciente já havia recebido toda a medicação prevista para aquele período do tratamento, seguindo a prescrição médica.

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Ao ser orientado sobre a impossibilidade de receber mais remédios antes do prazo, o homem teria reagido com violência, danificado equipamentos da unidade e arremessado um monitor contra a farmacêutica.

O que aconteceu após a agressão na Farmácia Municipal?

A Polícia Militar foi acionada imediatamente, segundo a administração municipal. A Prefeitura informou ainda que adotou as medidas legais cabíveis para buscar a responsabilização civil e penal do agressor.

Até a divulgação da nota, não foram apresentados detalhes sobre eventuais medidas policiais adicionais ou sobre o estado de saúde da servidora.

O que diz a Prefeitura de Coronel Freitas sobre o caso?

Em nota de repúdio, o Município de Coronel Freitas manifestou solidariedade à profissional e afirmou que agressões contra servidores públicos e atos de destruição do patrimônio público não serão tolerados.

A administração também ressaltou que as regras para a entrega de medicamentos existem para garantir a segurança dos pacientes e o cumprimento dos tratamentos prescritos.

O município encerrou a manifestação defendendo o respeito aos profissionais que atuam no serviço público.

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