sexta-feira, fevereiro 20, 2026
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Sem casos confirmados, SC reforça alerta e prevenção contra Mpox

Estado mantém plano de contingência e orienta população sobre sintomas, transmissão e medidas de prevenção

Foto: SES

Santa Catarina não registrou casos de Mpox em 2026, segundo a Secretaria de Estado da Saúde (SES). Apesar do cenário atual sem confirmações, o Estado mantém vigilância ativa e coordenada por meio da Diretoria de Vigilância Epidemiológica (DIVE), com monitoramento permanente para possíveis casos suspeitos ou importados.

A Mpox integra a Lista Nacional de Notificação Compulsória, o que exige que todo caso suspeito seja comunicado imediatamente às autoridades de saúde para investigação e rastreamento de contatos, a fim de interromper possíveis cadeias de transmissão.

De acordo com a SES, há um Plano de Contingência específico para a Mpox em vigor no Estado. A estratégia inclui monitoramento de casos, orientação às unidades de saúde e acompanhamento de eventuais mudanças no perfil epidemiológico da doença.

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O objetivo é garantir resposta rápida diante de qualquer suspeita, reduzindo riscos de disseminação.

Transmissão

A Mpox é transmitida principalmente por contato próximo com lesões cutâneas, fluidos corporais ou materiais contaminados, como roupas e lençóis. Também pode ocorrer transmissão entre pessoas por meio de contato físico prolongado e, em menor frequência, por gotículas respiratórias.

A transmissão é interrompida quando todas as crostas das lesões desaparecem.

Sintomas

O período de incubação varia entre 5 e 21 dias, com média de 6 a 13 dias. Os sintomas iniciais incluem febre, dor de cabeça, dores musculares, dor nas costas, cansaço e inchaço dos gânglios linfáticos.

Em seguida, surge erupção cutânea que geralmente começa no rosto e pode se espalhar para outras partes do corpo, como mãos, pés, genitais e mucosas.

Orientações à população

A Secretaria de Estado da Saúde reforça que, ao perceber lesões na pele ou mucosas associadas a sintomas como febre e cansaço, a pessoa deve procurar imediatamente uma unidade de saúde.

Entre as principais medidas preventivas estão evitar contato físico próximo com pessoas que apresentem lesões suspeitas, manter a higiene frequente das mãos com água e sabão ou álcool em gel e cumprir isolamento em caso de suspeita ou confirmação da doença.

As autoridades destacam a importância de acompanhar os boletins oficiais e buscar informações em canais confiáveis.

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