quinta-feira, abril 16, 2026
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Jovem paraplégico volta a mover o pé após tratamento inovador em SC

Cinco dias após aplicação, paciente apresentou primeiros sinais de movimento

Foto: Reprodução | Redes Sociais

Um jovem de 20 anos, que ficou paraplégico após um acidente de motocicleta em Três Barras, no Norte de Santa Catarina, apresentou sinais de recuperação após a aplicação de polilaminina, um tratamento ainda em fase de estudos. Cinco dias após o procedimento, ele conseguiu movimentar levemente um dos pés.

O paciente passou pela aplicação no dia 9 de abril, no Hospital Dom Joaquim, em Sombrio, com acompanhamento de uma equipe multidisciplinar. O procedimento ocorreu cerca de quatro meses após o acidente, registrado em dezembro de 2025.

Segundo a família, o jovem sofreu uma lesão medular após perder o controle da motocicleta e colidir contra uma cerca. Ele foi socorrido e encaminhado ao Hospital São Vicente de Paula, em Mafra, onde o diagnóstico confirmou paraplegia. Após cirurgia e alta hospitalar, iniciou sessões de fisioterapia enquanto buscava alternativas de tratamento.

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A possibilidade da aplicação da polilaminina surgiu após pesquisas da família e indicação de profissionais da área. Após avaliação médica e realização de exames, o jovem foi considerado apto para o procedimento.

De acordo com especialistas, a polilaminina é um composto derivado da proteína laminina, que atua na regeneração de estruturas do sistema nervoso, podendo estimular a recuperação de conexões afetadas por lesões na medula espinhal.

A aplicação pode ser feita diretamente na região da lesão, com auxílio de imagem, e integra protocolos ainda em fase de validação. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) já autorizou estudos clínicos para avaliar a segurança e eficácia da técnica.

Além do jovem de Três Barras, outro paciente também recebeu o tratamento no mesmo dia e segue em processo de reabilitação. Ambos continuam com acompanhamento médico e sessões de fisioterapia.

O caso reacende a expectativa em torno de novas alternativas para recuperação de pacientes com lesão medular, embora os resultados ainda dependam de validação científica mais ampla.

Fonte: NSC

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