
Um áudio, que circula em grupos de WhatsApp de autoria de um suposto médico – que se identifica como Dr. Kleber -, fala sobre a situação do Hospital Regional do Oeste (HRO), em Chapecó. O conteúdo sugere a possibilidade de morte de pacientes de Covid-19, nos próximos 15 ou 20 dias, por falta de oxigênio, leitos de UTI, e a impossibilidade de transferências para outras regiões ou Estados. A direção do HRO esclareceu, na manhã desta quinta-feira (4), que as informações são “completamente inverídicas”.
A direção do Hospital Regional do Oeste (HRO), emitiu uma nota nesta quinta-feira (4), para esclarecer as supostas informações. Segundo o Hospital, o abastecimento de oxigênio está normalizado e a ampliação de leitos de UTI passa pela gestão da instituição, o Gestor Pleno de Saúde (que é o Município de Chapecó) e o Governo Estadual.
O Hospital esclareceu também sobre a transferência dos pacientes para outras unidades hospitalares: “cabe ao Sistema de Regulação da Secretaria de Estado de Saúde administrar e definir os encaminhamentos, ressaltando-se que, por conta disso, o HRO já recebeu pacientes de outras regiões de SC.”, diz a nota.
A Direção do HRO também advertiu sobre a divulgação deste tipo de conteúdo:” provocar alarme, anunciando desastre ou perigo inexistente, ou praticar qualquer ato capaz de produzir pânico ou tumulto, configura crime e os responsáveis poderão responder criminalmente”. O ClicRDC não teve acesso ao áudio com as informações.
Confira a nota na íntegra
A direção do Hospital Regional do Oeste (HRO) esclarece que são completamente inverídicas as informações veiculadas por meio de áudio, em alguns grupos de WhatsApp e de autoria de um suposto Dr. Kleber, sobre a possibilidade de morte de pacientes de Covid-19, nos próximos 15 ou 20 dias, por falta de oxigênio, leitos de UTI, e na impossibilidade de transferências para outras regiões ou Estados.
O abastecimento de oxigênio está normalizado (NF Anexa), a ampliação da oferta de leitos de UTI está sendo gestionada entre a instituição, o Gestor Pleno de Saúde (que é o Município de Chapecó) e o Governo Estadual – conforme amplamente noticiado nos últimos dias. Quanto à transferência de pacientes, cabe ao Sistema de Regulação da Secretaria de Estado de Saúde administrar e definir os encaminhamentos, ressaltando-se que, por conta disso, o HRO já recebeu pacientes de outras regiões de SC.
Por fim, a Direção do HRO, adverte que provocar alarme, anunciando desastre ou perigo inexistente, ou praticar qualquer ato capaz de produzir pânico ou tumulto, configura crime e os responsáveis poderão responder criminalmente.







