quarta-feira, março 25, 2026
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Gean Loureiro é autorizado a retomar ao cargo de prefeito de Florianópolis

Foto: Diorgenes Pandini/Diário Catarinense

No fim da tarde desta segunda-feira (24), Gean Loureiro (Sem partido) foi autorizado pelo desembargador federal Leandro Paulsen, do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4) a retomar o cargo de prefeito de Florianópolis (SC).

Leia Mais: Operação Chabu: denúncias partiram de assessores do ex-deputado Gelson Merisio

A nota do TRF-4

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“Ante o exposto, considerando que a busca e apreensão foi realizada e que nenhum novo elemento surgiu, por enquanto, no sentido de que haveria risco na recondução do prefeito ao cargo que ocupa, revogo as medidas cautelares impostas a Gean Marques Loureiro, inclusive a que implicou seu afastamento do cargo de Prefeito Municipal de Florianópolis/SC, podendo o agente retomar imediatamente o exercício do mandato” – Leandro Paulsen – Desembargador do TRF 4.

Na terça-feira (18), Gean foi preso temporariamente durante a Operação Chabu. O objetivo da ação é desarticular uma organização que violava o sigilo de operações policiais em Santa Catarina.

Operação Chabu

Em nota, a PF informou que após análises dos materiais apreendidos durante a Operação Eclipse, deflagrada em agosto de 2018, foi apurado que a organização criminosa construiu uma rede composta por um núcleo político, empresários, e servidores da Polícia Federal e da Polícia Rodoviária Federal lotados em órgão de inteligência e investigação, com o objetivo de embaraçar investigações policiais em curso e proteger o núcleo político em troca de benesses financeiras e políticas.

Durante as investigações foram apuradas várias práticas ilícitas, dentre as quais destacam-se o vazamento sistemático de informações a respeito de operações policiais a serem deflagradas até o contrabando de equipamentos de contra inteligência para montar “salas seguras” a prova de monitoramento em órgãos públicos e empresas.

Ainda segundo a Polícia Federal, os elementos probatórios obtidos durante as investigações apontam a prática de crimes de associação criminosa, corrupção passiva, violação de sigilo funcional, tráfico de influência, corrupção ativa, além da tentativa de interferir em investigação penal que envolva organização criminosa.

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